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terça-feira, 4 de março de 2025

Tchaikovsky-Abertura Romeu e Julieta

No ano de 1870 a 4 de Março estreia-se Tchaikovsky a abertura Romeu e Julieta- (2ª Versão) 

 A Abertura Fantasia "Romeu e Julieta" de Tchaikovsky é uma das obras mais emblemáticas e emocionantes do compositor russo. Ela é uma peça sinfónica baseada na tragédia de William Shakespeare e foi escrita em 1869. 

A obra não é uma adaptação literal da peça de Shakespeare, mas uma representação musical dos principais temas e emoções da história de amor trágica entre Romeu e Julieta. 

 A abertura é conhecida por sua rica orquestração e pela maneira como Tchaikovsky utiliza a música para evocar as diferentes emoções presentes na obra de Shakespeare, como o amor romântico e a luta entre as famílias de Montecchi e Capuleti. 

A peça tem uma estrutura muito expressiva, que varia de momentos dramáticos a passagens mais delicadas, refletindo as tensões entre os amantes e as forças externas que os separam. 

sábado, 30 de setembro de 2023

Max Bruch-Sinfonia nº 2 em fá menor op. 36

Bruch escreveu sua Sinfonia nº 2 em fá menor, op. 36, em 1870. É em três movimentos em vez dos tradicionais quatro, A música é grande e melodramática, com nuances não apenas de Brahms, mas também de Beethoven e Schumann, mas sem nada tão melodioso ou envolvente.

terça-feira, 3 de março de 2009

Brahms-Alto rhapsody op.53


  1. No ano de 1870, a 3 de Março, estreia-se em Jena, de Brahms a Alto Rhapsody op.53, sob a condução de Naumann, a solista foi Pauline Viardot-Garcia. 
  2.  Escrita em 1869, sobre um texto do Johann Wolfgang von Goethe (retirado do Harzreise im Winter), ela tem aquela mistura muito Brahms: dor contida + dignidade + uma esperança quase tímida no final.

    O que toca mais nela?

    • O início sombrio – a orquestra já abre num clima denso, quase de paisagem invernal interior. Não é drama operático; é solidão pensativa.

    • A entrada da contralto – aquela tessitura grave dá um peso emocional incrível. Não é uma dor histérica, é uma dor madura.

    • A transição para o coro masculino – e aqui, pronto, arrepios. Parece que a peça sai da solidão individual e procura redenção coletiva. Não é exatamente um final feliz, mas é uma luz suave no meio da névoa.

    Há quem diga que Brahms a escreveu como espécie de catarse amorosa (aquele período complicado em relação à filha de Robert Schumann e Clara Schumann). E isso sente-se: é música de alguém que ama, mas sofre em silêncio.


  3. Aqui a solista é Ann Hallenberg, mezzo-soprano