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quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

Scriabin-Piano Concerto em fa sostenido menor op.20

Em 1897 a 23 de Outubro Alexander Scriabin estreia em Odessa o seu Piano concerto em fá sostenido menor op.20, sendo o próprio o solista.

sábado, 23 de dezembro de 2023

Hugo Alfvén-Sinfonia nº1 em fá menor op.07

Hugo Alfvén considerou a sua Sinfonia nº 1 (1896) como a primeira “escrita na língua sueca”. 

 A sinfonia é uma audição decente. Ele fica um pouco preso nas páginas finais de seu Allegro de abertura, de outra forma claramente argumentado; o Andante está no seu melhor quando se liberta momentaneamente das algemas sinfónicas formais; o Scherzo deleita-se deliciosamente com essa mesma formalidade e o final é uma culminação verdadeira e impressionante que mantém o ímpeto através de mudanças variadas de cenário.

As cinco sinfonias de Alfvén, as quatro primeiras delas já gravadas diversas vezes (com outro ciclo em andamento), dão um retrato da evolução musical do compositor. O primeiro, em Fá menor, seu Op. 7 de 1897, é uma obra inicial, melodiosa em quatro movimentos padrão.

domingo, 21 de fevereiro de 2021

Glazunov-Sinfonia Nº. 6 em dó menor op.58,

Em 1897 a 21 de Fevereiro Alexander Glazunov estreia a sua Sinfonia nº. 6 em dó menor Op. 58.

essa não é só uma sinfonia — é quase um desabafo orquestral com postura aristocrática.

Composta em 1896, é provavelmente a mais intensa e dramática das oito sinfonias dele. Glazunov costuma ser visto como o “equilibrado”, o herdeiro disciplinado de Rimsky-Korsakov, menos explosivo que Tchaikovsky, menos místico que Scriabin. Mas aqui… ele deixa o lado sombrio falar.

O que marca essa sinfonia?

1️⃣ Primeiro andamento (Allegro passionato)
Logo de cara: tensão. O dó menor não é decorativo — é trágico. A escrita é sólida, quase arquitetónica, mas com uma carga emocional que surpreende quem acha que Glazunov é só “formalismo bonito”.

2️⃣ Tema com variações (Andante)
Aqui ele mostra classe. É lírico, nobre, sem sentimentalismo excessivo. Não é um choro — é uma meditação. Há uma dignidade que me lembra um pouco o lado mais contido de Tchaikovsky.

3️⃣ Scherzo
Mais leve, mas não trivial. Ritmo elegante, cores orquestrais muito bem trabalhadas — Glazunov era mestre em orquestração.

4️⃣ Finale

Começa quase trágico e vai construindo para uma resolução em dó maior. E isso é importante: ele não termina no abismo. Há uma espécie de redenção — não explosiva, mas afirmativa.  

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Francisco Mignone-Sinfonia Tropical

Em 1897a 3 de Setembro nasceu em Sâo Paulo o compositor  Francisco MIGNONE ique viria a morrer no  Rio de Janeiro a 20 Fevereiro de  1986.

Aqui a sua Sinfonia tropical intrepretada pela  Orquestra Sinfônica Brasileira dirigida pelo próprio 

A Sinfonia Tropical de Francisco Mignone é uma das obras sinfônicas mais representativas do período em que ele buscava integrar a linguagem do modernismo musical brasileiro com formas eruditas tradicionais.


  • Composição: Foi escrita em 1940 e estreada no Rio de Janeiro em 1944.

  • Caráter nacionalista: Como o próprio título sugere, Mignone explora cores, ritmos e atmosferas que evocam o clima tropical brasileiro, aproximando a orquestra sinfônica da sonoridade da música popular e folclórica.

  • Ritmos: Há presença de influências do choro, do samba e de outros elementos rítmicos brasileiros, mas reelaborados dentro de uma estética sinfônica.

  • Orquestração: Rica em cores, com destaque para as madeiras e percussões, criando ambientes de calor, vitalidade e, por vezes, sensualidade — um retrato musical da paisagem e da energia tropical.

  • Estrutura: É uma obra em quatro movimentos, seguindo o molde clássico da sinfonia, mas cada parte traz imagens evocativas ligadas ao Brasil.

  • Estilo: Insere-se no período "nacionalista" de Mignone (anos 1930-40), quando ele se dedicava a fundir elementos populares à escrita sinfónica refinada.

Muitos a consideram uma das grandes sinfonias brasileiras do século XX, ao lado das de Cláudio Santoro e Camargo Guarnieri.





sábado, 4 de abril de 2009

4 de Abril


  • Em 1897 Ernest Chausson estreia em Paris no Colonne Concert o Poema para violino e orquestra com Eugene Ysäye como solista . Aqui a interpretação é da Orchestre des Concerts Pasdeloup

domingo, 15 de março de 2009

15 de Novembro

  • Em 1807 FP Beethoven conduz em Viena a Symphony No. 4 em si bemol maior op.60, num concerto de beneficência.Aqui Otto Klemperer conduz a New Philharmonia Orchestra

  • Em 1897 Rachmaninoff estreia a Sinfonia No. 1 em ré menor op.13. Aqui a interpretação é da MusicAeterna Orchestra, conduzida por  Valeriy Platonov.



quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Brahms-Piano concerto nº1 em ré menor op.15


  • Em 1859 a 22  de Janeiro-Estreia em Henover o Piano Concerto nº 1 em Ré menor op.15 de Brahms, com o compositor como solista. Aqui o solista é Rubinstein e a Orquestra de Amsterdam sob a direcção de Bernard Haitink.
  • O Concerto para Piano nº 1 em Ré Menor, Op. 15 de Johannes Brahms é uma das peças mais emblemáticas e poderosas do repertório romântico. Composto entre 1854 e 1858, o concerto reflete a complexidade emocional e a profundidade técnica que caracterizam a música de Brahms. A obra foi inicialmente muito criticada, mas com o tempo conquistou um lugar de destaque no concerto para piano devido à sua maturidade e grandiosidade.

    O concerto é dividido em três movimentos:

    1. Primeiro movimento: Maestoso
      Este movimento é imponente e dramático, iniciando com uma introdução orquestral forte antes de o piano fazer sua entrada. Brahms cria um contraste impressionante entre a força orquestral e as passagens líricas do piano. A escrita do piano é desafiadora, exigindo grande virtuosismo e expressividade do intérprete. O tema principal, que surge de forma impressionante, se desenvolve ao longo do movimento.

    2. Segundo movimento: Adagio
      O segundo movimento é mais introspectivo e lírico, apresentando uma melodia suave e comovente, que se desenvolve com grande delicadeza. Aqui, a interação entre piano e orquestra é mais intimista, destacando a beleza melódica e a profundidade emocional da obra. Brahms cria uma atmosfera de introspecção e nostalgia, utilizando a orquestra e o piano de forma sutil e harmoniosa.

    3. Terceiro movimento: Rondo: Allegro
      O movimento final traz uma energia renovada, com um tema alegre e animado que retorna em diferentes variações. Este rondó é dinâmico e celebra a virtuosidade do pianista, mas também oferece momentos de beleza melódica. O diálogo entre o piano e a orquestra é cheio de vivacidade e energia, com Brahms fazendo uso de contrastes dinâmicos para criar uma sensação de intensidade crescente.

    O Concerto para Piano nº 1 é notável por sua combinação de profundidade emocional, complexidade técnica e estrutura formal. A obra não é apenas uma exibição de virtuosismo, mas também uma meditação profunda sobre a tensão entre o poder e a suavidade, o dramático e o lírico. Além disso, o concerto é uma demonstração da habilidade de Brahms em escrever para piano e orquestra de maneira igualmente complexa e equilibrada.

    Essa obra é muito admirada por pianistas e orquestras, sendo um verdadeiro desafio e uma experiência intensa tanto para o intérprete quanto para o ouvinte.