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quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Shostakovitch-Sinfonia nº10 em mi menor op93

Em 1953 a 17 de Dezembrom  Dmitri Shostakovich estreia a sua Sinfonia Nº. 10 em mi menor op93, interpretada pela Leningrad Philharmonic, sob a direcção de Yevgeny Mravinsky .

 A Sinfonia Nº10 de Dmitri Shostakovich marca a reabilitação do compositor na União Soviética, graças à morte de Josef Staline em 1953.

Shostakovich estava proibido de estrear novas obras e a execução das já publicadas estava sob censura, necessitando autorizações especiais para serem apresentadas. Tais autorizações eram, normalmente, negadas.

 Muita gente lê essa obra como um suspiro de libertação depois de anos sufocado pela máquina soviética. Dá pra ouvir essa ambiguidade: medo, ironia, fúria e um fio de esperança que parece sempre ameaçado.

• I – Moderato

Um movimento enorme, sombrio, introspectivo. Ele vai construindo lentamente um clima pesado, como se a orquestra falasse coisas que ninguém podia dizer em voz alta.

• II – Allegro
O famoso “retratro de Stálin” — seco, brutal, implacável. É curtíssimo, como uma explosão repressiva.

• III – Allegretto
Surge o motivo DSCH (D–E♭–C–B), assinatura musical do compositor. É como se Shostakovich dissesse “eu estou aqui”, tentando se afirmar no meio do caos.

• IV – Andante – Allegro

O final é tenso, mas traz algum brilho – uma espécie de liberação, sem chegar a ser triunfal.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Ralph Vaughan Williams-Sinfonia nº. 7 "Antártida"

Em 1953 a 14 de Janeiro Ralph Vaughan William estreia em Manchester z sua Sinfonia nº7 Antartica. 

 A Sinfonia nº 7 de Ralph Vaughan Williams, também conhecida como Sinfonia Antártica, é uma obra singular na história da música sinfônica. 

Ela nasceu da música que Vaughan Williams compôs para o filme britânico Scott of the Antarctic (1948), que narra a trágica expedição do capitão Robert Falcon Scott ao Polo Sul. 

Estreada em 1953, a sinfonia é profundamente evocativa, explorando as paisagens geladas e as vastidões inóspitas do continente antártico. 

 Estrutura A sinfonia tem cinco movimentos:

 Prelúdio (Andante maestoso): Uma introdução majestosa e sombria que evoca a vastidão e a imensidão do gelo, com sopros e cordas criando um ambiente quase etéreo. 

Scherzo (Moderato): Inspirado pelo movimento do gelo e pelo vento, tem um caráter mais rítmico e dinâmico, com toques de ironia. 

Paisagem (Lento): Um movimento contemplativo que descreve o isolamento e a solidão da Antártica, com tons melancólicos e de uma beleza assombrosa.

 Intermezzo (Andante sostenuto): Aqui, há uma sensação mais humana, com referências sutis às dificuldades da expedição de Scott. 

Epilogue (Alla marcia, moderato): Um encerramento sombrio e contemplativo, que reflete o sacrifício e o destino inevitável dos exploradores. 

 

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Carlos Chavez-Sinfonia No. 4 Romântica

  • Em 1953 a 11 de Fevereiro,  Carlos Chavez estreou a sua Sinfonia No. 4 Romantica interpretada pela Louisville Orchestra com Chavez na condução. Aqui a interpretação é da Royal Philharmonic Orchestra dirigida por Enrique Bátiz

  • 1ºmov+2ºmov-Allegro+Molto lento



  • 3ºmov.-Vivo non troppo mosso

terça-feira, 13 de julho de 2010

Joseph Jongen-Violino Concerto op.17

Em 1953 morte em Sart lez Spa do compositor belga Joseph Jongen, nascera em Liege a 14 de Dezembro de 1873

Aqui se apresenta a seu violino concerto op.17 

O Concerto para Violino e Orquestra, Op. 17, de Joseph Jongen, é uma obra raríssima e pouco executada, composta em 1899, quando o compositor belga tinha apenas 23 anos. Jongen é mais conhecido por sua música de câmara e para órgão, como a famosa Symphonie Concertante, mas este concerto de juventude revela já uma maturidade impressionante.

Aqui estão alguns aspectos relevantes sobre a obra:

Características Musicais

  • Estilo: Romântico tardio, com ecos de Brahms, Franck e Lalo. Ainda que seja belga, Jongen tinha forte influência francesa (ele estudou com Paul Gilson e depois viveu em Paris).

  • Estrutura: Três movimentos (como é habitual nos concertos do período):

    1. Allegro moderato

    2. Andante

    3. Finale (Allegro)

  • Linguagem harmônica: Rica, mas acessível, com passagens líricas e momentos de grande brilho virtuosístico.

  • Tratamento do violino: Melódico e expressivo, mas exigente tecnicamente — mostra bem a habilidade do compositor em equilibrar solista e orquestra.

Contexto Histórico

  • Foi composto antes de Jongen ganhar o prestigioso Prix de Rome (1902), e por isso pode ser visto como um passo importante na consolidação do seu estilo.

  • Ficou bastante tempo esquecido — há poucas gravações disponíveis e pouquíssimas execuções públicas.

  • A obra foi redescoberta por intérpretes interessados em repertório belga e francófono do fim do século XIX.




quarta-feira, 2 de junho de 2010

2 de Junho



  • Em 1953 Sir William Walton compõe Coronation Te Deum, para a coroação da Queen Elizabeth II em Londres.

    Interpretado pela Gloucester Choral Society

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

1 de Janeiro

Em 1953 Ernest Bloch estreia em Chicago a Suite Hebraica para Cello(Schelomo). Aqui a interpretação é da Banda Sinfónica de Toledo