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segunda-feira, 16 de outubro de 2023

Miaskovsky-Sinfonia No. 13 em si menor op.36

Em 1934 a 16 de Outubro Miaskovsky estreia em Winterthu na Suiça a sua Sinfonia nº13 em si menor op.36 interpretada pela . Musikkollegium orquestra dirigida por Hermann Scherchen

É uma das obras sinfônicas mais notáveis do compositor russo, situada no seu período intermédio, em que a linguagem musical começa a mover-se de um romantismo tardio para um estilo mais direto e acessível, em sintonia parcial com as exigências estéticas do realismo socialista, que ganhavam força na União Soviética.


  • Estrutura em 3 movimentos
  1. Allegro moderato

    • Movimento em forma sonata, com um primeiro tema sombrio e tenso, contrastando com um segundo tema mais lírico.

    • É típico do estilo de Miaskovsky da década de 1930: amplo, de escrita densa e contrapontística, com forte senso de desenvolvimento temático.

  2. Adagio espressivo

    • Um movimento lento profundamente emotivo, muitas vezes descrito como “confessional”.

    • A melodia central é ampla e cantabile, lembrando certos momentos introspectivos de Tchaikovsky ou Rachmaninov, mas com harmonias mais modernistas, às vezes cromáticas.

  3. Allegro energico

    • Final vigoroso, de caráter rítmico acentuado.

    • Alterna passagens dramáticas com momentos de brilho quase heroico, mas termina num tom ambíguo, não triunfal — algo característico de Miaskovsky, que muitas vezes termina as sinfonias com tons sombrios ou reflexivos.

Estilo e importância

A Sinfonia n.º 13 marca um momento de transição:

  • Antes: Miaskovsky era mais próximo de Scriabin e do tardo-romantismo russo, com cromatismos e complexidade harmônica.

  • Aqui: Ele simplifica a linguagem, mantém um lirismo intenso e um desenvolvimento rigoroso, mas já se aproxima de um estilo mais “comunicativo” e direto, preparando o terreno para as sinfonias da década de 1940.

  • A obra combina profundidade psicológica com força sinfônica clássica, e é frequentemente apontada como uma das mais bem estruturadas do seu ciclo de 27 sinfonias.

  • .

 

domingo, 6 de junho de 2021

6 de Junho

Em 1943 Dimitri Shostakovich estreia em Moscovo o seu Piano Sonata No. 2 op.61

 A Sonata para Piano nº 2 em Si menor, op. 61 de Dmitri Shostakovich foi a última de suas sonatas para piano solo . Foi sua primeira composição para piano desde os 24 Prelúdios , op. 34 de 1933 e sua segunda tentativa de compor uma sonata para piano na tonalidade de si menor. John Jonas Gruen disse que não havia "nada obscuro ou tecnicamente impenetrável" na Sonata para Piano nº 2, mas que "algo inquietante - algo ligeiramente obsessivo - emerge de sua estrutura aparentemente simples".

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Franz Schmidt-Sinfonia nº4 em dó maior

  • Em 1934 a 10 de Janeiro,  Franz Schmidt estreia a sua Sinfonia No. 4 em dó maior. pela Vienna Symphony Orchestra com Oswald Kabasta na condução
Franz Schmidt, nasceu a 22 de dezembro de 1874 e faleceu em 11 de Fevereiro de 1939,foi um compositor violoncelista e pianista austríaco de origem húngara. 

Sua primeira professora foi sua mãe, Maria Ravasz, um pianista de talento, que lhe deu uma instrução sistemática. 

Ele se mudou para Viena com sua família em 1888, e estudou no Conservatório de Viena (composição com Robert Fuchs , violoncelo com Ferdinand Hellmesberger e teoria (na classe de contraponto) com Anton Bruckner ), graduando-se "com excelência", em 1896. 

 Escrita em 1933, esta é a obra mais conhecida da sua obra . O compositor chamou-lhe "Um réquiem para a minha filha".

 A Sinfonia nº 4 é frequentemente interpretada como uma meditação sobre a perda, mas também sobre a continuidade e a memória. Sua conclusão, que se dissolve em quietude, sugere aceitação e um senso de eternidade. Por isso, é vista como uma expressão de dor pessoal, mas universalmente ressonante. 

 Apesar de Franz Schmidt não ser tão amplamente conhecido quanto contemporâneos como Mahler ou Richard Strauss, sua Sinfonia nº 4 tem ganhado mais atenção nos últimos anos por suas qualidades emocionais e artísticas excepcionais

. Muitas gravações modernas têm contribuído para revitalizar o interesse por esta joia do repertório sinfônico. 

 Estrutura e Estilo 

A sinfonia é composta em um único movimento, mas dividido em várias seções, que fluem continuamente e formam uma narrativa musical coesa. 

 Caráter elegíaco: A obra é frequentemente descrita como um réquiem instrumental. Foi composta após a morte da filha de Schmidt, e há uma qualidade de lamento profundo que permeia a peça, com momentos de resignação e beleza. 

 Linguagem musical: Schmidt utiliza uma rica paleta harmônica, típica do romantismo tardio, mas com uma clareza estrutural que mantém a obra acessível e direta em sua emoção. 

As influências de Brahms, Wagner e Mahler são evidentes, mas Schmidt encontra sua própria voz, especialmente na habilidade de construir longas linhas melódicas.

 Orquestração: A instrumentação é luxuosa e detalhada, destacando instrumentos como o trombone (que desempenha um papel central) e o órgão. Esses timbres conferem à obra uma atmosfera tanto solene quanto transcendente.

sábado, 16 de outubro de 2010

16 de Outubro


  • Em 1934 Miaskovsky estreia em Winterthu na Suiça a sua Sinfonia nº13 em si menor op.36 interpretada pela . Musikkollegium orquestra dirigida por Hermann Scherchen.
  • 1ºMov-Andante moderato-1ªParte

  • 1ºMov-Andante moderato-2ªParte

  • 2ºMov.-Agitato molto e Tenebroso

  • 3ºMov.-Nostalgico Andante

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

24 de Fevereiro

  • No ano de 1934 nasceu Renata Scotto em Savona na Itália. Desde sua retirada dos palcos, em 2002, ela vem tido muito sucesso como diretora de ópera como também professora tanto na Itália como nos Estados Unidos

  • Aqui canta 
    Sola, perduta, abbandonata da Manon Lescaut uma opera de Giacomo Puccin