Mostrar mensagens com a etiqueta w1873. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta w1873. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

Tchaikovsky-Sinfonia Nº 2 em Dó menor op. 17

Em 1873 a 7 de Fevereiro, Tchaikovsky estreou em Moscovo a versão inicial da sua Sinfonia Nº 2 em dó menor op.17 ( composta em 1872) sob direcção de Nikolai Rubinstein 

 A Sinfonia nº 2 em Dó menor, Op. 17, de Piotr Ilitch Tchaikovsky, também conhecida como a Sinfonia Pequena (ou Sinfonia "Pequena" de Tchaikovsky), é uma obra impressionante que mostra o talento único do compositor para a orquestração e a expressão emocional. 

Composta em 1872, a sinfonia tem um caráter bastante dramático e dinâmico, que reflete tanto a grandiosidade quanto a intimidade das obras sinfônicas de Tchaikovsky. 

 Estrutura: 

A sinfonia segue a forma tradicional das sinfonias clássicas, com quatro movimentos: I. Andante sostenuto – Allegro con anima: O movimento de abertura é sombrio e apresenta temas amplamente melancólicos, com uma construção grandiosa. 

II. Andante con moto: Um movimento mais introspectivo e tranquilo, cheio de uma beleza lírica e emocional. 

III. Scherzo: Allegro: O terceiro movimento é vivo e energético, com contrastes de ritmo e dinâmica. 

IV. Finale: Allegro molto: O movimento final traz uma sensação de resolução e energia, com um toque triunfante. 

Tonalidade: A escolha de Dó menor para a sinfonia é significativa, pois é uma tonalidade que Tchaikovsky frequentemente usava para evocar um senso de drama e conflito. 

No entanto, apesar da tonalidade menor, a obra não é excessivamente sombria, já que o compositor contrapõe essa tensão com momentos de beleza e leveza, especialmente nos movimentos mais líricos. 

 Estilo e Influências: 

A sinfonia reflete o estilo romântico de Tchaikovsky, com uma rica orquestração e uma grande ênfase em expressões emocionais intensas. 

Ao mesmo tempo, ainda é visível a influência das estruturas clássicas, o que mostra o equilíbrio do compositor entre a inovação romântica e a tradição clássica. 

 Recepção: 

Na época da sua estreia, a obra não foi recebida com tanto entusiasmo quanto outras de Tchaikovsky, como a sua primeira sinfonia ou as suas obras para balé. 

A crítica notou que, embora a sinfonia tivesse momentos grandiosos, ela também carecia de uma coesão mais forte em alguns pontos. 

No entanto, com o tempo, ela foi apreciada por sua expressividade e a habilidade técnica de Tchaikovsky. 

 Comparação com Outras Sinfonias: A Sinfonia nº 2 é frequentemente vista como uma obra de transição, em que Tchaikovsky começa a experimentar mais plenamente as formas sinfónicas, mas ainda está buscando sua identidade sonora definitiva. 

Ela é, talvez, mais "experimental" em comparação com as sinfonias posteriores, como a Sinfonia nº 4 ou a famosa Sinfonia nº 6, "Patética".

segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

Brahms-String quarteto nº1 em dó op.51

Em 1873, a 11 de Dezembro Brahms estreia em Viena o String Quartet nº1 em dó Op. 51, interpretado pelo Hellmesberger Quartet O Quarteto de cordas nº 1 em dó menor e o Quarteto de cordas nº 2 em lá menor de Johannes Brahms foram concluídos em Tutzing, Baviera, durante o verão de 1873, e publicados juntos naquele outono como Op. 51. 

São dedicados a seu amigo Theodor Billroth. Ele publicou apenas um outro quarteto de cordas, nº 3 em si bemol maior, em 1876. Brahms demorou a escrever seus dois primeiros quartetos de cordas. 

Uma carta de Joseph Joachim indica que um quarteto em dó menor estava em andamento em 1865, mas pode não ter sido o mesmo trabalho que se tornaria o Op. 51 Nº 1 em 1873.

 Quatro anos antes da publicação, porém, em 1869, sabemos com certeza que os dois quartetos estavam completos o suficiente para serem tocados. Mas o compositor permaneceu insatisfeito. 

Os anos se passaram. 

Novos treinos ocorreram então em Munique, provavelmente em junho de 1873, e Brahms se aventurou ao sul da cidade, até a pequena cidade à beira do lago de Tutzing, para uma pausa de verão. Lá, com o Würmsee (como era então chamado o Lago Starnberg) e os Pré-alpes da Baviera como pano de fundo, ele deu os últimos retoques nos dois quartetos.

 Ele tinha 40 anos na época da publicação. Brahms considerava o quarteto de cordas um género particularmente importante. Ele supostamente destruiu cerca de vinte quartetos de cordas antes de permitir os dois Op. 51 quartetos serem publicados. 

 Explicando seu progresso a um editor em 1869, Brahms escreveu que, como Mozart havia tido "problemas particulares" com os seis "belos" Quartetos de Haydn, ele pretendia fazer o "melhor para produzir um ou dois razoavelmente decentes". 

 Segundo seu amigo Max Kalbeck, Brahms insistiu em ouvir uma apresentação secreta da Op. 51 quartetos antes de serem publicados, após os quais ele os revisou substancialmente.

sexta-feira, 6 de outubro de 2023

Verdi-Quarteto de Cordas em Mi meno

O Quarteto de Cordas em Mi menor de Giuseppe Verdi foi escrito na primavera de 1873 durante uma produção de Aida em Nápoles. É a única obra de música de câmara sobrevivente no catálogo de Verdi.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Bruckner-Sinfonia nº 2 em dó menor

Em 1873  a 26 de outubro Bruckner estreou a sua Sinfonia nº 2 em dó menor em Viena com a orquestra por si conduzida

A Sinfonia Nº 2 em Dó menor foi escrita pelo compositor Anton Bruckner entre 11 de outubro de 1871 e 11 de setembro de 1872.



 

terça-feira, 7 de junho de 2011

7 de Junho

  • Em 1873 nasceu o compositor e pianista Landon Ronald

A sua peça Down in the forest cantada por Lauren Lutz

terça-feira, 13 de julho de 2010

Joseph Jongen-Violino Concerto op.17

Em 1953 morte em Sart lez Spa do compositor belga Joseph Jongen, nascera em Liege a 14 de Dezembro de 1873

Aqui se apresenta a seu violino concerto op.17 

O Concerto para Violino e Orquestra, Op. 17, de Joseph Jongen, é uma obra raríssima e pouco executada, composta em 1899, quando o compositor belga tinha apenas 23 anos. Jongen é mais conhecido por sua música de câmara e para órgão, como a famosa Symphonie Concertante, mas este concerto de juventude revela já uma maturidade impressionante.

Aqui estão alguns aspectos relevantes sobre a obra:

Características Musicais

  • Estilo: Romântico tardio, com ecos de Brahms, Franck e Lalo. Ainda que seja belga, Jongen tinha forte influência francesa (ele estudou com Paul Gilson e depois viveu em Paris).

  • Estrutura: Três movimentos (como é habitual nos concertos do período):

    1. Allegro moderato

    2. Andante

    3. Finale (Allegro)

  • Linguagem harmônica: Rica, mas acessível, com passagens líricas e momentos de grande brilho virtuosístico.

  • Tratamento do violino: Melódico e expressivo, mas exigente tecnicamente — mostra bem a habilidade do compositor em equilibrar solista e orquestra.

Contexto Histórico

  • Foi composto antes de Jongen ganhar o prestigioso Prix de Rome (1902), e por isso pode ser visto como um passo importante na consolidação do seu estilo.

  • Ficou bastante tempo esquecido — há poucas gravações disponíveis e pouquíssimas execuções públicas.

  • A obra foi redescoberta por intérpretes interessados em repertório belga e francófono do fim do século XIX.




segunda-feira, 2 de novembro de 2009

2 de Novembro

  • Em 1873 Brahms estreia em Viena a Variações sobre um tema de Haydn op.56, interpretada pela The Vienna Philharmonic Orchestra conduzida por Felix Dessoff. Aqui a interpretação é da Filarmónica da Moldávia dirigida por Liviu Buiuc.