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domingo, 6 de agosto de 2023

Schumann -Violino sonata n02 em re menor op.121

A Sonata para Violino nº 2 em Ré menor , Op. 121, de Robert Schumann foi concluída em novembro de 1851, 

Dedicada ao violinista Ferdinand David , a sonata recebeu sua primeira apresentação pública de Clara Schumann e Joseph Joachim em 29 de outubro de 1853 em Düsseldorf , em um concerto que marcou o início de uma colaboração musical de longo prazo.

sexta-feira, 4 de agosto de 2023

Liszt-Piano Sonata em si meno

  • A Sonata para piano em si menor, S.178, é uma composição musical para piano solo escrita por Franz Liszt. É considerada uma das obras mais dificeis de se executar em todo o repertório pianístico, e tambem é muito longa com algo em torno de 30 minutos de duração 

  • A maior parte da Sonata em Si Menor foi escrita por Liszt entre 1852-53. Embora alguns esboços da juventude tenham chegado a nós, Liszt não voltou à obra até seu tempo em Weimar. Sua posição como Kapellmeister (Diretor de Música) lhe deu o tempo necessário para se dedicar à composição. 

  •  A Sonata é tocada sem interrupção, sendo desenvolvida a partir de um tema composto por dois motivos. O todo, no entanto, revela uma estrutura de quatro movimentos. Liszt marcou na partitura o início do Andante sostenuto e do Allegro energico, deixando algumas linhas em branco antes de cada um; estas seções são identificadas como o movimento lento e o Scherzo.

  •  Dedicada à Robert Schumann, cujas composições para piano Liszt admirava muito, a Sonata era também uma retribuição, pois Schumann tinha lhe dedicado sua Fantasia, Op. 17.

  •  Infelizmente, quando a peça com a dedicatória chegou à casa de Schumann, já não o encontrou – ele já estava no asilo onde passaria o resto de sua vida. A Sonata não foi bem recebida no início. Uma parte das críticas vinha do fato de Liszt pertencer, junto a Wagner, à chamada Nova Escola Alemã, que se opunha à “Antiga”, cujo principal compositor era Brahms.

  •  Clara Schumann disse: “Vou ter que agradecer, mas acho horrível”. Já Wagner, comenta: “A Sonata é inexpressivamente bela; grande, profunda e nobre.”

  •  Hoje em dia, a Sonata em Si Menor é considerada uma das melhores obras do compositor e faz parte do repertório de música clássica.

quinta-feira, 3 de agosto de 2023

Brahms-Piano Sonata nº01 em dó maior op.1

  • Em 1853 Johaness Brahms estreia em Leipzig o seu Piano Sonata No. 1 em dó maior, Op. 1. Estreia do compositor acompanhado pelo David Quartet

  •  A Sonata para piano nº 1 em dó maior , Op. 1, de Johannes Brahms foi escrito em Hamburgo em 1853 e publicado no final daquele ano. Apesar de ser sua primeira obra publicada, ele compôs sua Sonata para piano nº 2 primeiro, mas escolheu esta obra para ser sua primeira obra publicada porque sentiu que era de qualidade superior

  • . A peça foi enviada junto com sua segunda sonata para Breitkopf & Härtel com uma carta de recomendação de Robert Schumann . Schumann já havia elogiado Brahms com entusiasmo, e a sonata mostra sinais de um esforço para impressionar em sua grandeza sinfônica, exigências técnicas e caráter dramático.
  •  Foi dedicado a Joseph Joachim

quarta-feira, 2 de agosto de 2023

Saint-Saenz-Piano Quarteto nº01 em mi maior

  • O Quarteto para Piano em Mi maior, Op. posth., de Camille Saint-Saëns, também conhecido como Piano Quartet No. 1 in E major, WoO, foi uma das primeiras composições do compositor para piano, violino, viola e violoncelo.

  •  Concluído em 1853, quando tinha 18 anos, o quarteto permaneceu em manuscrito até 1992.

  •  Em vez de publicar a obra, Saint-Saëns doou o manuscrito, juntamente com outros, à biblioteca do Conservatório de Paris . A Bibliothèque Nationale de France assumiu o manuscrito em 1964. A obra foi finalmente publicada em 1992, pelas Éditions Musicales du Marais. 

  •   Desconhece-se porque é que o compositor deixou esta obra inédita apesar de a ter executado. Silvertrust especulou em seu artigo que era porque na década de 1850 a música de câmara era difícil de publicar na França devido ao interesse por óperas e que na década de 1870 a obra, que dá indícios de que o compositor se inspirou em Beethoven , Schubert e Schumann , soava muito alemão para publicar na França após a Guerra Franco-Prussiana . 

  •  Também é possível que Saint-Saëns estivesse relutante em apresentar a obra a um público parisiense que era, na época, cético em relação à música de compositores franceses contemporâneo

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

18 de Dezembro

Em 1853 Camille Saint-Saens estreia em Paris a sua Sinfonia nº 1 mi bemol maior op.2. Sua Opus 2 é uma obra juvenil, escrita aos dezoito anos. Foi criado em 18 de dezembro de 1853, sem que o autor seja revelado. Charles Gounod e Hector Berlioz compareceram ao concerto regido por Seghers e o músico recebeu elogios do primeiro em uma curta missiva quando o verdadeiro autor da sinfonia foi revelado.

domingo, 29 de agosto de 2010

Josef Strauss-Primeira e última valsa op.1



  • Em 1853 a 29 de Agosto, Josef Strauss estreia no Unger's Casino em Hernals na Austria a sua Primeira e Última valsa op.1, tocado pela Johann Strauss Orchestra, conduzida pelo compositor.

Josef Strauss (1827–1870), irmão de Johann Strauss II, começou sua carreira musical de forma quase “forçada”: ele era engenheiro e não pretendia seguir a vida de compositor, mas a pressão familiar acabou levando-o à música.

  • A “Primeira e última valsa” (Erste und Letzte Walzer), Op. 1, foi composta em 1853 e tem um caráter bastante curioso: o título nasce da ideia de que seria sua primeira e também a única valsa que escreveria, pois ele não queria tornar-se compositor de profissão. O destino, claro, mostrou o contrário — Josef se tornaria um dos grandes mestres da valsa vienense, ao lado do irmão Johann e do pai, Strauss I.

    Essa peça tem uma atmosfera delicada, íntima e até melancólica, diferente do brilho mais festivo das valsas de Johann. Já ali se nota a marca pessoal de Josef: uma sensibilidade mais lírica, refinada e, muitas vezes, um traço de melancolia, que o distinguiria no seio da família Strauss.

    Com o tempo, Josef deixou para trás essa ideia de que seria sua “última” valsa, compondo depois muitas outras obras que até hoje são reconhecidas pelo lirismo, como a célebre Sphärenklänge (Música das Esferas), Op. 235.

    👉 Ou seja: a Primeira e última valsa, op. 1 é quase um manifesto de hesitação — uma despedida que se transformou em início.


terça-feira, 1 de junho de 2010

1 de Junho



  • Em 1853 Franz Liszt estreia em Budapeste a soa Fantasia sobre o tema de Beethoven Ruinas de Atenas e a sua Fantasia Hungara para piano e orquestra, com Ferenc Erkel dirigindo e, Hans von Bülow como solista


  • Fantasia sobre o tema de Beethoven Ruinas de Atenas
  • Piano: Michel Béroff
    Conductor: Kurt Masur
    Gewandhausorchester Leipzig


  • Rapsodia húngara N° 1 en mi maior S244

sábado, 11 de abril de 2009

Gounod-Avé Maria

  • No ano de 1853, Charles Gounod estreou em Paris a Ave Maria, 

  •  Aqui a interpretação é Placido Domingo acompanhado pela  Vienna Symphony dirigida por  Helmuth Froschauer

Ela é uma melodia composta sobre o Prelúdio nº 1 em Dó maior do Cravo Bem Temperado de Bach, e foi escrita originalmente em 1853. Então o que temos é um casamento entre dois génios: a harmonia contínua e hipnótica de Bach como base, e a linha melódica doce e lírica de Gounod por cima.

    Algumas curiosidades e detalhes:

    • Origem: Gounod improvisava sobre o prelúdio de Bach ao piano, e sua sogra (que era pianista) o encorajou a escrever a melodia. A ideia tomou forma como uma meditação musical intitulada Méditation sur le premier prélude de J.S. Bach. Só mais tarde recebeu o texto do Ave Maria tradicional em latim.

    • Estrutura: A melodia de Gounod flutua sobre os arpejos estáveis de Bach, como se fosse uma prece suspensa no tempo. Há uma certa tensão suave no contraste entre a linha melódica lírica e o acompanhamento quase mecânico do prelúdio.

    • Texto: Apesar de não ter sido composto originalmente com o texto sacro, a união posterior com a oração latina ajudou a tornar essa peça um ícone de cerimônias religiosas, especialmente em casamentos e funerais.

    • Versões: Existem inúmeras adaptações — para voz e piano, para orquestra, para violino solo, violoncelo, harpa... É uma daquelas composições que parece brilhar em qualquer formato.

    • Tons emocionais: A melodia é de uma ternura quase infantil, mas carregada de dignidade e paz. É como se alguém cantasse diretamente ao divino, com simplicidade e sinceridade.