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domingo, 19 de maio de 2024

Haydn-Sinfonia nº075 em ré maior

A Sinfonia nº 75 em ré maior é uma sinfonia composta por Joseph Haydn entre 1779 e 1781

sábado, 18 de maio de 2024

Haydn-Sinfonia nº071 em si bemol maior

A Sinfonia nº 71 em si bemol maior, Hoboken I/71, é uma sinfonia de Joseph Haydn. Foi composto em 1779

sexta-feira, 17 de maio de 2024

Mozart-Sinfonia nº32 em sol maior K318

A Sinfonia nº 32 em sol maior, K. 318, foi escrita por Wolfgang Amadeus Mozart em 1779, após seu retorno de Paris

quinta-feira, 16 de maio de 2024

Haydn-Sinfonia nº070 em ré maior

A Sinfonia nº 70 em ré maior, Hoboken 1/70, foi escrita por Joseph Haydn para marcar o início da construção de uma nova casa de ópera na propriedade de Eszterháza. Foi estreada em 18 de dezembro de 1779 – uma das poucas sinfonias de Haydn onde a data exata de estreia é conhecida.

A Sinfonia nº 70 em ré maior, Hob. I:70 de Joseph Haydn é uma das gemas mais interessantes do seu catálogo sinfónico — especialmente se gostas de ouvir obras que combinam engenho formal com um certo drama clássico. ~~
Estrutura e características

  1. Vivace con brio (Ré maior) — movimento de abertura vibrante em forma de sonata, com um motivo inicial energético e característico que forma o núcleo do material temático. 

  2. Specie d'un canone in contrapunto doppio: Andante (Ré menor) — um movimento lento e contemplativo, construído sobre técnicas de contraponto/canone que lhe dão um caráter sério e quase de estudo musical. 

  3. Menuet: Allegretto – Trio (Ré maior) — elegante e rítmico, parece antecipar os scherzos de Beethoven e oferece um contraste leve com o movimento anterior. 

  4. Finale: Allegro con brio (Ré menor → Ré maior) — movimentado e intenso, com elementos contrapontísticos fortes e até fugato, terminando com uma coda afirmativa e teatral

 

sábado, 11 de setembro de 2010

11 de Setembro


  • Em 1711 nasce em Londres o compositor William Boyce que viria a morrer em Kensington em 7 de Fevereiro de 1779

Aqui se apresenta a sua Sinfonia nº5 em ré maior op.2 sob direcção de Trevor Pinnock noThe English Concert


  • 1ºMov.-Allegro ma non troppo - Adagio ad lib. - Allegro assai

  • 2ºMov.-Tempo di Gavotta
(por encontrar)
  • 3ºMov.-Tempo di Minuetto
(por encontrar)




terça-feira, 3 de agosto de 2010

Mozart-Serenata para Orquestra No. 9 em re major k 320


  • Em 1779 Mozart acaba em Salzburgo a sua Serenata para Orquestra No. 9 em ré maior k 320

A Serenata para Orquestra nº 9 em Ré maior, K. 320, de Wolfgang Amadeus Mozart, é uma das suas obras mais notáveis do gênero serenata, e é frequentemente chamada de "Posthorn" (ou “Corno dos Correios”), devido ao uso marcante desse instrumento no último movimento.

  • Contexto histórico e função

    • Composta em 1779, em Salzburgo, quando Mozart tinha cerca de 23 anos.

    • Escrita provavelmente para as celebrações de final de ano letivo na Universidade de Salzburgo.

    • Como outras serenatas, a K. 320 era destinada à execução ao ar livre e em ambiente festivo — mas distingue-se pela sua sofisticação estrutural e orquestração.

    Estrutura da obra

    A serenata tem sete movimentos, o que a torna uma obra longa e elaborada para o gênero. Aqui está um resumo:

    1. Adagio – Allegro con spirito
      – Abertura com grandeza e vivacidade. Já mostra o equilíbrio entre solenidade e festa.

    2. Menuetto
      – Dançante e aristocrático, como é típico nas serenatas.

    3. Concertante: Andante grazioso
      – Movimento lírico com destaque para solos de violino, flauta e oboé.

    4. Rondeau: Allegro ma non troppo
      – Um movimento gracioso e bem-humorado, com forma de rondó.

    5. Andantino
      – Mais calmo e introspectivo, contrastando com o resto da obra.

    6. Menuetto
      – Segundo minuet, reforçando o caráter festivo.

    7. Finale: Presto (com interlúdio para o Posthorn)
      – O famoso trecho com interlúdio para o Posthorn, instrumento associado às fanfarras dos carteiros. Essa sonoridade incomum confere originalidade e caráter pastoral.

    O posthorn (corno dos correios) não é um instrumento comum na orquestra clássica, e aqui Mozart o usa de forma quase cénica, evocando sons da vida cotidiana (como o toque que anunciava a chegada de uma diligência). É um toque de humor e realismo em meio à sofisticação clássica.

Aqui a interpretação é da Orchestra I Pomeriggi Musicali dirigida por Pietro Mianiti