- Juan Crisóstomo de Arriaga escreveu suas primeiras composições conhecidas aos onze anos.
- Por um tempo considerável antes dele, e por muitas décadas depois, nenhum outro compositor espanhol alcançou alturas criativas comparáveis.
- Sua morte prematura por tuberculose interrompeu o desenvolvimento de uma figura potencialmente importante.
- Em 1818, Arriaga escreveu sua primeira obra orquestral, a Abertura, Opus 1.
- . Em 1821 Arriaga foi para Paris, onde estudou violino com Pierre Baillot (1771-1842) e composição e contraponto com François-Joseph Fétis (1784-1871). Luigi Cherubini elogiou seu talento excepcional.
- Em 1824 ou 1825, o editor parisiense Philippe Petit lançou as partes dos três quartetos de cordas de Arriaga, em ré menor, lá maior e mi bemol maior; essas obras posteriormente encontraram seu lugar no repertório estabelecido. .
- No último quartel do século XIX, Emiliano de Arriaga descobriu e divulgou a música de seu grande ancestral, rotulando-o de “Mozart espanhol”
quarta-feira, 5 de abril de 2023
Juan Crisostomo Arriaga-Sinfonia em ré menor
terça-feira, 4 de abril de 2023
Schubert-Piano Sonata nº13 em la maior D664
- Bem considerada entre os pianistas, a sonata "Pequena" lá maior é assim chamada para distingui-la da pesada sonata de 1828 no mesmo tom .
- É a mais curta entre as sonatas completas de Schubert.
- O manuscrito, concluído em julho de 1819, foi dedicado a Josephine von Koller de Steyr, na Alta Áustria, a quem ele considerava "muito bonita" e "uma boa pianista".
- A natureza lírica, dinâmica e em alguns pontos tipicamente comovente desta sonata se encaixa na imagem de um jovem Schubert apaixonado, vivendo em um campo austríaco de verão, que ele também considerava "inimaginavelmente adorável".
- A sonata em lá maior é direta, com uma doce abertura melódica. Foi a primeira das sonatas para piano de Schubert em que a forma da sonata aperfeiçoada por seu ídolo, Beethoven, não parece ter problemas; ao contrário, é um "avanço alegre", um triunfo despreocupado sobre regras estritas de construção.
- O manuscrito original desta "pequena" sonata foi perdido
segunda-feira, 3 de abril de 2023
Beethoven-String Quartet nº 15 em lá menor Op. 132
- O Quarteto nº 15 em Lá Menor, Op 132, foi começado em 1824 e terminado em 1825.
- Durante sua composição Beethoven ficou gravemente doente.
- Enquanto se recuperava, compôs o Hino de Ação de Graças de um Convalescente à Divindade. Este Adagio é escrito realmente na forma de um hino no modo lídio, um dos antigos modos eclesiásticos, e se alterna com passagens mais rápidas e brilhantes em Ré maior (marcadas “sentindo novas forças”).
- Uma das peças mais solenes e mais místicas de Beethoven, o Hino de Ação de Graças tornou-se o elemento central na estrutura do Quarteto, Op. 132 e também seu coração expressivo.
- O quarteto º 15 em Lá Menor, Op 132 segue a trajetória que já encontramos em várias outras obras de Beethoven: do tom menor ao tom maior, das trevas para a luz, da luta à vitória. O musicólogo Maynard Solomon nos dá uma interpretação psicanalítica da peça: “A música parece ter se tornado aqui um agente implícito de cura, um talismã contra a morte”.
sábado, 6 de março de 2021
Beethoven-String Quartet nº 12 em mi bemol maior Op. 127
Em 1825 a 6 de Março , Beethoven estreia em Viena o seu Quarteto de cordas em mi bemol maior, Op 127, interpretado pelo Schuppanzigh Quartet
O Quarteto de Cordas em Mi Bemol Maior, Op. 127, de Beethoven, é uma das obras-primas do compositor e também um dos quartetos mais significativos dentro do ciclo final de suas obras para quarteto de cordas. Composta em 1825, essa obra é o primeiro dos quartetos que pertencem à sua última fase (Op. 127, Op. 132, Op. 130, Op. 131, e Op. 135), que são caracterizados por uma maior complexidade estrutural, harmônica e emocional.
Características e Contexto
Estrutura: O quarteto é composto por quatro movimentos:
- I. Allegretto – Um movimento bastante lírico e introspectivo, com uma melodia suave e com variações rítmicas.
- II. Adagio ma non troppo e molto cantabile – Este movimento tem uma qualidade profundamente emocional e melancólica, com um lirismo notável, representando uma das passagens mais dramáticas da obra.
- III. Allegretto – A leveza do tema é complementada por uma escrita polifônica mais intrincada, trazendo um toque mais animado, mas ainda com uma intensidade emocional.
- IV. Finale: Presto – Um final brilhante e enérgico, com um tema de dança e uma sensação de resolução.
Harmonia e Melodia: Beethoven explora harmonia e vozes de maneira mais rica, mais ousada e mais expansiva do que em seus quartetos anteriores. O quarteto também apresenta uma grande profundidade emocional, com movimentos contrastantes que variam entre o sublime e o dramático. A interação entre os instrumentos é notavelmente complexa, com linhas melódicas que frequentemente se entrelaçam e se desenvolvem.
Inovação na Forma e no Estilo: A forma clássica do quarteto de cordas está presente, mas Beethoven a estende e desenvolve de maneiras inesperadas. Ele usa os quatro instrumentos (violino, viola, violoncelo e contrabaixo) de maneira mais equilibrada, e muitas vezes faz com que todos participem de maneira igual nas ideias musicais, não apenas como suporte de acompanhamento.
Impacto e Legado: Este quarteto marca uma evolução em relação ao estilo mais tradicional da época, e muitos críticos consideram-no um dos mais inovadores e emocionantes do repertório de quartetos de cordas. O Op. 127 é, de fato, uma obra que propõe uma experiência de escuta desafiadora, mas também profundamente recompensadora.
Importância na Carreira de Beethoven
O Op. 127 é significativo não apenas pelo seu conteúdo musical, mas também porque foi a primeira obra de quarteto escrita após Beethoven ter praticamente perdido a audição. Ele estava já em seus últimos anos e lidava com desafios pessoais, e essa obra reflete a sua experiência única de um compositor imerso em seu próprio mundo sonoro, completamente isolado dos sons externos.
sábado, 21 de março de 2009
Beethoven-Sinfonia nº9 em ré menor op.125
- No ano de 1825 Beethoven estreia em Londres a 9ª Sinfonia em ré menor op.125.
A sinfonia nº 9 tem um papel cultural de extema relevância no mundo atual. Em especial, a música do último movimento, chamado informalmente de "Ode à Alegria", foi rearranjada por Herbert von Karajan para se tornar o hino da União Européia
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