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quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

Ravel-Piano Concerto em sol

Em 1932, estreou em Paris, de Ravel o Piano Concerto em sól, sob a condução de Ravel e Marguerite Long como solista. 

 O Piano Concerto em Sol maior de Maurice Ravel é uma das obras-primas do repertório para piano e orquestra, marcada por sua elegância, riqueza de texturas e uma mistura fascinante de influências musicais. 

Composto entre 1929 e 1931, o concerto reflete tanto o estilo sofisticado e inovador de Ravel quanto sua afinidade com o jazz, que ele conheceu durante uma turnê pelos Estados Unidos. 
 Aqui estão alguns aspectos marcantes dessa obra: 
 1. Primeiro Movimento: Allegramente O movimento de abertura começa com uma explosão de energia e brilho. Há uma clara influência do jazz, que se manifesta na rítmica sincopada e nas harmonias ousadas. A escrita orquestral é brilhante, com uso vibrante de instrumentos de sopro e percussão. O piano alterna entre virtuosismo e passagens líricas, equilibrando momentos de introspecção e vivacidade. 

2. Segundo Movimento: Adagio assai Este é um dos momentos mais sublimes do concerto, com uma longa melodia tocada pelo piano em uma linha quase cantábile. A simplicidade e a serenidade do tema central contrastam com a complexidade rítmica e harmônica que o sustenta. Muitos críticos e ouvintes consideram este movimento uma das mais belas criações de Ravel. 

3. Terceiro Movimento: Presto O final é cheio de energia e virtuosismo, retomando o espírito animado do primeiro movimento. O diálogo entre o piano e a orquestra é dinâmico e espirituoso, exigindo grande habilidade técnica e rítmica do solista.

 Características Gerais 

Ravel desejava que este concerto tivesse o espírito de uma obra leve e divertida, inspirado nos concertos de Mozart e Saint-Saëns. 

Apesar disso, ele exige um alto grau de técnica e musicalidade. A influência do jazz, do ragtime e até de estilos espanhóis se entrelaça com a linguagem impressionista de Ravel. 

A obra foi dedicada a Marguerite Long, pianista que estreou o concerto com o próprio Ravel como maestro em 1932.

terça-feira, 16 de março de 2021

16 de Março

Em 1932 Arnold Bax estreia em São Francisco a sua Sinfonia nº4 . Aqui a interpretação é da Royal Scottish National Orchestra, conduzida por David Lloyd-Jones Sir Arnold Edward Trevor Bax, nasceu em 8 de Novembro de 1883 e morreu em 3 de Outubro de 1953, foi um compositor e poeta inglês. Seu estilo musical mistura elementos do Romantismo e Impressionismo, sempre com uma forte influência celta. Sua pontuação orquestral é notada pela sua complexidade e colorido instrumental. As poesias e histórias, que escrevia sob o pseudônimo de Dermot O'Byrne, refletem a sua profunda afinidade com o poeta irlandês William Butler Yeats e são em grande medida redigidas na tradição da Literatura Revivalista irlandesa. A Sinfonia n º 4 foi concluída em 1930 e dedicado a Paul Corder. também ele compositor

quinta-feira, 4 de março de 2010

4 de Março

  • Em 1932 nasceu em Electra no Texas o grande pianista americano Ivan Davis .Aqui interpreta a peça de Robert Schumann Arabesqe em dó op.18

sábado, 30 de janeiro de 2010

Gershwin-Rapsódia nº2 para piano e orquestra

  • Em 1932 Gershwin estreia a sua Rapsódia nº2 para piano e orquestra.
aqui a interpretação é de Soloist - Alexander Maslov, Conductor - Winston Dan Vogel, Volgograd Symphony Orchestra


A Rapsódia nº 2 para piano e orquestra de George Gershwin é uma obra fascinante e cheia de energia, considerada uma das suas composições mais icónicas. Foi escrita em 1931, um período em que Gershwin já tinha um grande impacto na música popular americana, e reflete a fusão entre o jazz e a música clássica, algo que ele fez de maneira brilhante ao longo de sua carreira.
O que torna esta rapsódia particularmente interessante é a maneira como Gershwin combina elementos de jazz com as estruturas orquestrais clássicas. A obra tem um estilo muito vibrante, com grandes momentos de virtuosismo para o piano, mas também uma grande complexidade orquestral. É uma peça cheia de contrastes, com passagens de grande lirismo seguidas por momentos de intensa energia e ritmo.
A Rapsódia nº 2 é muitas vezes comparada à sua mais famosa Rhapsody in Blue, embora ambas sejam diferentes em termos de sonoridade e estrutura. Enquanto Rhapsody in Blue possui um caráter mais "urbano" e moderno, a Rapsódia nº 2 tende a ser mais introspectiva e até um pouco mais introspectiva, explorando uma paleta sonora mais rica e diversificada.
A obra não é apenas um desafio técnico para o pianista, mas também uma excelente oportunidade para a orquestra mostrar sua flexibilidade em lidar com as influências do jazz, mantendo o poder emocional da música clássica. Para quem curte a mistura de ritmos e cores, essa rapsódia é uma peça imperdível!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

5 de Janeiro

  • Em 1932 foi executado pela primeira vez em Viena o Concerto de piano para mão esquerda de Ravel com Paul Wittgenstein,como solista. Foi composto, quase como um desafio, para esse pianista austríaco, que tinha perdido o braço direito num combate durante a Primeira Guerra Mundial e cuja carreira parecia terminada. Contudo, Wittgenstein, com admirável coragem, recusou conformar-se com o fato, e escreveu a vários compositores, pedindo-lhes que escrevessem músicas que ele pudesse tocar em tais circunstâncias. Por essa ocasião, Maurice Ravel achava-se ocupado com a composição de um concerto para piano (para duas mãos): o em sol maior. Contudo, movido, pelo apelo, e cedendo ao seu amor inato pela experimentação e pelo incomum, Ravel ficou fascinado por esta prova técnica. Sem suspender a composição do outro concerto, pôs-se sem tardança a trabalhar a fim de escrever algo que pudesse atender às necessidades do pianista tão gravemente sacrificado.

sábado, 12 de setembro de 2009

12 de Setembro

  • Em 1932 Heitor Villa-Lobos estreia no Rio de Janeiro as Bachianas Brasileiras No. 1. 

  • Aqui a interpretação é da Natasha Brofsky, J