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domingo, 8 de janeiro de 2023

Beethoven Leonore Overture Nº3

A única ópera de Beethoven, Fidelio, foi composta por volta de 1803. Como muitas das obras do compositor, ela glorifica a luta contra a tirania e celebra o heroísmo e o humanitarismo. A primeira apresentação, realizada em Viena em 1805, foi mal recebida; e a ópera exigiu 10 anos de revisão antes de ser aceita pelo público em 1814. Beethoven escreveu quatro aberturas para sua ópera: três são conhecidas como "Aberturas Leonore" (em homenagem à heroína da ópera); a quarta, a Abertura de Fidelio, é a versão agora usada como prelúdio da ópera. A música de Leonore nº 3 refere-se ao clímax da história no último ato de Fidelio. Hoje, costuma ser tocada como um interlúdio entre o segundo e o terceiro ato da ópera. Esta gravação faz parte do ciclo Beethoven de Leonard Bernstein, gravado principalmente com a Orquestra Filarmônica de Viena no início dos anos 1980. Escrevendo no The New York Times, o crítico John J. O'Connor afirmou: "Como diz o Sr. Bernstein, não há 'nenhum corpo de trabalho único no universo da música orquestral que seja de alguma forma comparável a este.' Conduzidas com intensa dedicação e espírito elevado pelo Sr. Bernstein, essas gravações são excelentes, tanto visual quanto auditivamente." Retirado de Unitel

sábado, 7 de janeiro de 2023

Louis Spohr - Violin Concerto No. 3 em do maior Op. 7

Em 1805, Spohr foi contratado como mestre de concerto na corte de Gota, onde ficou até 1812. Lá, conheceu a harpista de 18 anos de idade Dorette Scheidler, filha de um dos cantores da corte, e se apaixonou por ela. Casaram-se no ano seguinte.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Boccherini-Concerto para Violoncelo em Sol maior G480



Em 1805 morreu em Madrid, Boccherini, que foi um compositor clássico italiano, famoso por vários dos seus minuetos, como o de Lá Maior.

Boccherini nascera em Lucca a 19 de Fevereiro de 1743

Virtuose do violoncelo desde muito jovem, mudou-se em 1756 para Roma, onde estudou com Giovanni Battista Constanzi, diretor musical da Basílica de São Pedro, e familiarizou-se com a música polifônica de Palestrina e Corell

O Concerto para Violoncelo em Sol Maior G.480 foi uma de suas composições mais celebradas para violoncelo e orquestra.

O concerto segue a forma clássica em três movimentos:

  1. Allegro moderato – Alegre e expansivo, com temas cantáveis e ornamentações que destacam o virtuosismo do solista.

  2. Adagio – Um movimento lento e expressivo, cheio de pathos e cantabilidade que exige muita expressividade do violoncelista.

  3. Rondo (Allegro) – Uma parte final leve e dançante, com um tema principal recorrente que se alterna com episódios contrastantes.


🎶 Características marcantes

  • Técnica: A obra exibe passagens rápidas e figuradas, uso de duplos e arpejos, mostrando a habilidade do intérprete.

  • Expressividade: O segundo movimento destaca a capacidade do violoncelista em transmitir emoções, com linhas melódicas doces e ornamentadas.

  • Estilo galante: Caracteriza-se pela leveza e elegância típicas do estilo do período Clássico.


  • Boccherini era violoncelista virtuose, então escreveu o concerto com um conhecimento íntimo das possibilidades técnicas do instrumento.

  • O Concerto em Sol maior G.480 é uma das obras mais interpretadas de Boccherini, embora algumas versões modernas sejam adaptadas a partir de manuscritos que contêm variantes.

  • Muitas vezes é confundido com o Concerto em Si bemol maior (G.482) ou com o famoso arranjo de Friedrich Grützmacher, que adaptou alguns dos concertos originais de Boccherini para criar uma versão romântica e mais “virtuosa” do concerto.

Aqui o violoncetista solista é Johanna Randvere acompanhgada pela Tallinn Chamber Orchestra conduzida por Mikk Murdvee