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domingo, 20 de novembro de 2022

Beethoven-Piano Concerto Nº2 op.1

No ano de 1795 a 29 de Março , deu-se a primeira apararição pública no Vienna Burgtheater de Beethoven como solista interpretando o Piano Concerto Nº 2 op.19, 

Aqui a interpretação é de Naria Joao Pires

O Piano Concerto Nº 2 em Si bemol maior, Op. 19 de Beethoven tem uma história curiosa: apesar do número, foi composto antes do Concerto Nº 1, mas publicado depois. Ele ainda carrega influências de Mozart e Haydn, mas já mostra o gênio de Beethoven em desenvolvimento, especialmente no virtuosismo do piano e na liberdade melódica.

Os três movimentos são:

  1. Allegro con brio – Cheio de energia, com diálogos brilhantes entre piano e orquestra. Nota-se a influência clássica, mas já há uma ousadia no uso dos contrastes.

  2. Adagio – Lírico e introspectivo, com um belo solo de piano que dá um ar íntimo à peça.

  3. Rondo: Molto Allegro – Alegre e travesso, tem uma vivacidade que remete ao espírito beethoveniano mais jovial.

 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Haydn-Sinfonia nº102 em lá sustenido maior

Em 1795 a 2 de Fevereiro, Joseph Haydn estreia a sua Sinfonia Nº 102 em lá sustenido maior. 

 A Sinfonia nº 102 é uma obra bastante interessante, escrita em 1794, e é uma das suas últimas sinfonias. 

Ela faz parte de um conjunto de sinfonias compostas enquanto Haydn estava a trabalhar para os príncipes Esterházy. 

 Esta sinfonia é conhecida por sua grandiosidade e pela complexidade de certos momentos. 
Tem quatro movimentos, e destaca-se pela combinação de momentos de leveza com passagens mais dramáticas e expressivas. 

Alguns dos elementos mais notáveis incluem: 

 Primeiro movimento (Largo - Allegro): A sinfonia começa com uma introdução lenta, o que é um tanto incomum nas sinfonias de Haydn, antes de passar para o alegre e enérgico 

Allegro. Esse movimento mostra bem a transição do estilo clássico para algo um pouco mais ousado, o que se tornaria mais comum nas obras de compositores como Beethoven. 

 Segundo movimento (Adagio e cantabile): É um movimento mais introspectivo e expressivo, com uma melodia suave e encantadora. 

A maneira como Haydn utiliza a orquestração para criar uma sensação de profundidade emocional é notável. 

 Terceiro movimento (Menuetto: Allegretto): Este movimento traz um tema dançante, que é característico do estilo clássico, mas com alguns toques inesperados que tornam a obra mais inovadora. Haydn gosta de brincar com a forma de minué, o que dá a este movimento uma leveza divertida. 

 Quarto movimento (Finale: Presto): Um final rápido e vibrante, que é típico de Haydn, com uma energia contagiante. O uso de variações de temas e a interação entre os instrumentos também são marcantes. 

 A Sinfonia nº 102 é uma das últimas grandes obras do compositor dentro do estilo clássico, antes da transição para o romantismo, e possui uma grande riqueza harmónica e estrutural. 

Embora talvez não seja tão conhecida como algumas das sinfonias mais populares de Haydn, como a nº 94 (Surpresa) ou a nº 101 (Relógio), ela é uma peça refinada que exemplifica o auge da sua criatividade.

terça-feira, 4 de maio de 2010

4 de Maio

  • Em 1795 Haydn estreia no King's Theater em Londres a sua Sinfonia Nº 104 em ré maior com a orquestra conduzida pelo próprio Haydn
A “Sinfonia nº 104, em Ré maior” “London”, de Joseph Haydn, a última sinfonia do compositor e também considerada a mais bela. Escrita quando Haydn vivia em Londres, portanto o seu apelido de “London”.

Haydn é considerado o Pai" da sinfonia e do quarteto de cordas, mestre do classicismo vienense, admirado por Mozart, professor de Beethoven. Aqui a interpretação é da
Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás. dirigida por Luigi Sferrazza

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Haydn-Sinfonia nº103 em mi maior"Drum roll

  • Em 1795 a 21de Setembro, estreia a versão revista da Sinfonia Nº. 103 em mi maior de Haydn, The Drum roll com orquestra dirigida pelo próprio em Viena.

  • A esta sinfonia  é uma das suas últimas e mais célebres sinfonias, composta em 1795 durante a sua segunda estadia em Londres. Faz parte do ciclo das chamadas “Sinfonias de Londres” (n.º 93 a 104), que são a culminação do seu estilo sinfónico.

    O que a torna imediatamente reconhecível é o rufar do tímpano no início (daí o apelido Drum Roll), algo inovador para a época, pois dá uma abertura quase dramática e teatral.

    Aqui alguns pontos de destaque:

    • Primeiro andamento (Adagio – Allegro con spirito):
      Começa com o famoso rufar do tímpano em Adagio, criando suspense, e evolui para um Allegro vivo, cheio de contrastes dinâmicos e riqueza temática.

    • Segundo andamento (Andante piú tosto Allegretto):
      Um tema com variações, de sabor quase popular, que explora diferentes cores orquestrais.

    • Terceiro andamento (Menuet – Trio):
      Um minueto vigoroso e robusto, com o trio trazendo contraste pastoral.

    • Quarto andamento (Finale: Allegro con spirito):
      Encerramento luminoso e vibrante, com uma energia rítmica quase dançante, característico da fase londrina de Haydn.

    No geral, esta sinfonia mostra Haydn no auge da sua invenção orquestral, humor e dramaticidade, equilibrando surpresa e clareza formal.

aqui  a interpretação é da Royal Concertgebouw Orchestra dirigida por Mariss Jansons

segunda-feira, 30 de março de 2009

29 de Março

  • No ano de 1795  a 29 de Março , deu-se a primeira apararição pública no Vienna Burgtheater de Beethoven como solista interpretando o Piano Concerto Nº 2 op.19, note-se que este concerto foi escrito e estreado antes do Nº 1.
  • Aqui a interpretação é de 

    Maria João Pires