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terça-feira, 5 de setembro de 2023

Giacomo Meyerbeer-Fest-Ouvertüre im Marschstyl

  • Fest-Ouvertüre im Marschstyl é uma obra do compositor alemão Giacomo Meyerbeer. 

  •  Giacomo Meyerbeer, nascido Jakob Liebmann Meyer Beer (Tasdorf, Marca de Brandemburgo, 5 de setembro de 1791 — Paris, 2 de maio de 1864) foi um compositor e maestro alemão da época do Romantismo. 

  • Jovem ainda, compôs inúmeras peças para piano e canto, o que levou seu pai a inscrevê-lo como aluno de Bernard Anselm Weber, diretor da Orquestra de Ópera de Berlim, para estudos de composição.

  •  Tempos depois, viajou para Darmstadt e, na conhecida escola do abade Georg Joseph Vogler, tornou-se amigo de Carl Maria Von Weber. 

  • Lá apresentou sua primeira obra mais conhecida, "Deus e a natureza", que lhe valeu alguns prêmios. Sua primeira ópera, "A filha de Jefté", foi apresentada em Munique. 

  • Depois, partiu para a Italia, onde, inspirado pelo sucesso de Rossini, escreveu sua primeira ópera em italiano, "Romilda e Constanza", apresentada em Pádua

  • . Daí sobreveio uma série de trabalhos bem-sucedidos, como: Semiramides Reconosciuta, "Emma de Resburgo", "Margherita de Angiú", "Esule de Granada", Il crociato in Egitto. 

  • Em Paris, apresentou com muito sucesso "Roberto, o Diabo", "Os huguenotes" e "O profeta", cuja marcha da coroação faz sucesso até hoje. 

  • Meyerbeer morreria sem ter assistido ao sucesso de sua última obra, "A africana".

domingo, 3 de setembro de 2023

Brahms-Cello Sonata nº1 em mi menor op 38

A Sonata para Violoncelo nº 1 em Mi menor, Op. 38, foi escrito por Johannes Brahms em 1862-65. Brahms compôs os dois primeiros movimentos durante o verão de 1862, bem como um Adagio que foi posteriormente excluído. O movimento final foi composto em 1865. É dedicado a Josef Gänsbacher, professor de canto e violoncelista amador. Durante uma apresentação privada para um público de amigos, Brahms tocou tão alto que o digno Gänsbacher reclamou que não conseguia ouvir seu violoncelo - "Sorte sua também", rosnou Brahms, e deixou o piano continuar. É uma homenagem a J. S. Bach”

sábado, 2 de setembro de 2023

Henri Reber-Piano trio n04 em ré maior Op.25

  • Napoléon Henri Reber (Mulhouse, Alsácia, 21 de outubro de 1807 – Paris, 24 de novembro de 1880) foi um compositor francês.

  •  Ele estudou com Anton Reicha e Jean François Lesueur, escreveu música de câmara, e musicou os novos poemas dos melhores poetas franceses.

  •  Tornou-se professor de harmonia no Conservatório de Paris em 1851 e substituiu Fromental Halévy como professor de composição em 1862, foi inspetor do ramo de conservatórios a partir de 1871, e foi eleito para a cadeira de George Onslow na Académie Française em 1853

quarta-feira, 30 de agosto de 2023

Henri Vieuxtemps-violino nº 5 em lá menor op. 37

  • O Concerto para violino nº 5 em lá menor, op. 37, de Henri Vieuxtemps foi publicado em 1861 e composto de 1858 a 1859.

  • Leopold Auer (1925, p. 75) escreve que o concerto foi "praticamente esquecido", mas se tocado como o compositor pretendia, "não deixará de impressionar a maioria dos seus ouvintes". 

  • É hoje um Concerto para Violino bastante conhecido no repertório e é frequentemente tocado em competições e concertos.

Brahms-Piano Quarteto nº1 em sol menor op.25

  • O Quarteto para Piano nº 1 em Sol menor, Op. 25, foi composta por Johannes Brahms entre 1856 e 1861.

  •  Foi estreada em 1861 em Hamburgo, com Clara Schumann ao piano. Também foi tocada em Viena em 16 de novembro de 1862, com o próprio Brahms ao piano apoiado por membros do Quarteto Hellmesberger.

  •  Como a maioria dos quartetos de piano, é composta para piano, violino, viola e violoncelo.

domingo, 29 de novembro de 2020

Brahms-Piano Quarteto nº2 em lá maior op.26

Em 1862 a 29 de Novembro,  Brahms estreia em Viena no Gesellschaft for Musikfreunde Vereinsaal, o seu Piano Quarteto No. 2 em lá maior Op. 26. interpretado pelo Hellmesberger Quartet, com o compositor ao piano

É uma das obras de câmara mais amplas, luminosas e generosas do compositor. Foi concluído em 1861, e muitos músicos o veem como o mais “sinfónico” dos três quartetos com piano de Brahms — não no sentido de grandiosidade orquestral, mas na amplitude formal, na densidade temática e na riqueza de desenvolvimento.

Aqui estão alguns pontos marcantes:

1. Um Brahms expansivo e lírico

Este quarteto tem um caráter mais aberto, sereno e pastoral em comparação ao mais dramático op. 25 e ao mais compacto op. 60. O primeiro movimento é amplo, com um lyrismo confortável, quase meditativo.

2. O piano como tecelão de texturas

O piano não domina com virtuosismo: ele entrelaça texturas com as cordas, criando um bloco sonoro muito homogêneo. É Brahms camerístico no seu melhor — denso, mas nunca pesado.

3. O Scherzo contrasta com leveza

O segundo movimento é um Poco Adagio que se abre em clima introspectivo, seguido por um Scherzo elegante e discreto, muito diferente dos scherzi turbulentos de outros compositores românticos.

4. Andante com alma noturna

O movimento lento é um dos mais belos de Brahms: melancólico sem pesar, contemplativo, com aquele toque de noite interior que Brahms sabia construir sem drama exagerado.

5. Finale com sabor húngaro

O final traz um aceno ao estilo “alla Zingarese” que Brahms tanto apreciava, mas aqui mais moderado que no famoso finale do op. 25. É elegante, rítmico, um fecho cheio de vida.

Em suma

É uma obra para quem aprecia profundidade sem sofrimento, beleza construída com calma, e a sensação de uma música que respira longamente. Entre os três quartetos com piano de Brahms, este é o que mais transmite serenidade madura

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

22 de Agosto

  • No ano de 1827 nasceu em Viena o compositor Josef STRAUSS in Vienna. Filho de Johann Strauss e irmão mais velho duma família de compositores. Aqui pode ouvir-se uma sua valsa Spharenklange op.235
  • No ano de 1862 nasceu em Paris o compositor Achille-Claude DEBUSSY.