domingo, 31 de janeiro de 2010

31 de Janeiro

  • Em 1923 Frederick Delius estreia em Viena o seu Cello Concerto com Alexander Barjansky como solista e Ferdinand Lowe, na condução. Aqui a interpretação é de Julian Lloyd Webber como solista e a Philharmonia Orchestra conduzida por Vernon Handley


sábado, 30 de janeiro de 2010

30 de Janeiro

  • Em 1735 Bach estreia em Leipzig a sua Cantata No. 14 Wär Gott nicht mit uns diese Zeit.
Composta para o IV Domingo depois da Epifania, que caiu em 30 de janeiro de 1735, n º 14 de Bach Cantata "Guerra Gott nicht mit uns diese Zeit" (Se Deus não estivesse conosco neste momento)

Gershwin-Rapsódia nº2 para piano e orquestra

  • Em 1932 Gershwin estreia a sua Rapsódia nº2 para piano e orquestra.
aqui a interpretação é de Soloist - Alexander Maslov, Conductor - Winston Dan Vogel, Volgograd Symphony Orchestra


A Rapsódia nº 2 para piano e orquestra de George Gershwin é uma obra fascinante e cheia de energia, considerada uma das suas composições mais icónicas. Foi escrita em 1931, um período em que Gershwin já tinha um grande impacto na música popular americana, e reflete a fusão entre o jazz e a música clássica, algo que ele fez de maneira brilhante ao longo de sua carreira.
O que torna esta rapsódia particularmente interessante é a maneira como Gershwin combina elementos de jazz com as estruturas orquestrais clássicas. A obra tem um estilo muito vibrante, com grandes momentos de virtuosismo para o piano, mas também uma grande complexidade orquestral. É uma peça cheia de contrastes, com passagens de grande lirismo seguidas por momentos de intensa energia e ritmo.
A Rapsódia nº 2 é muitas vezes comparada à sua mais famosa Rhapsody in Blue, embora ambas sejam diferentes em termos de sonoridade e estrutura. Enquanto Rhapsody in Blue possui um caráter mais "urbano" e moderno, a Rapsódia nº 2 tende a ser mais introspectiva e até um pouco mais introspectiva, explorando uma paleta sonora mais rica e diversificada.
A obra não é apenas um desafio técnico para o pianista, mas também uma excelente oportunidade para a orquestra mostrar sua flexibilidade em lidar com as influências do jazz, mantendo o poder emocional da música clássica. Para quem curte a mistura de ritmos e cores, essa rapsódia é uma peça imperdível!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Tchaikovsky-Serenata Melancólica para violino e orquestra op.26,

A "Serenata Melancólica" para violino e orquestra, Op. 26, de Tchaikovsky, é uma obra fascinante e profundamente expressiva. 


Composta em 1875, é uma peça relativamente curta, mas que transmite uma carga emocional muito intensa, como é característico do compositor russo. O título "Serenata Melancólica" já dá uma boa indicação do tom da obra — é melancólica, contemplativa, com uma aura de nostalgia e tristeza, mas ao mesmo tempo de grande beleza.

O violino é o protagonista absoluto na peça, com uma linha melódica principal que muitas vezes se destaca e domina, enquanto a orquestra serve de apoio suave, mas não sem momentos de grande expressividade. A combinação entre a melancolia das melodias e a sutileza da orquestração cria uma atmosfera única.



terça-feira, 26 de janeiro de 2010

26 de Janeiro

  • Em 1920 FP Prokofiev estreia em Nova Iorque a sua Abertura baseada em termo hebreus op 34, interpretado pelo Zimro Ensemble com o compositor ao piano. Aqui a interpretação é de Yefim Bronfman ao piano o Juilliard String Quartet e Giora Feidman no clarinete

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

25 de Janeiro

  • Em 1963 Karl Amadeus Hartmann estreia a sua Sinfonia nº 8. interpretada pela West German Radio Symphony,sob a condução de Rafael Kubelik. Aqui a interpretação é da Bamberger Symphoniker son direcção de Ingo Metzmacher.
  • 1ºmov.-Cantilène. Lento assai, con passione-1ªParte


  • 1ºmov.-Cantilène. Lento assai, con passione-2ªParte



  • 2ºmov.-Dithyrambe: Scherzo

sábado, 23 de janeiro de 2010

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

21 de Janeiro

  • Em 1725 Bach estreia em Leipzig a sua Cantata No. 111 Was mein Gott will, das g'scheh allzeit (Que aconteça sempre o que Deus quiser) . Aqui a interpretação é da Bach-Collegium Stuttgart e da Gächinger Kantorei Matthias Manasi, condução de Stiftskirche

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Alexander Glazunov



Alexander Constantinovitch Glazunov nasceu em São Petersburgo a 10 de agosto (pelo velho calendário, 29 de julho) de 1865.

Filho de conhecido editor, desde criança interessou-se pela música.

Em 1879 conheceu Balakirev, que o aconselhou a concluir sua formação clássica, mas, depois, convencido do talento do jovem, recomendou-o a Rimski-Korsakov.


Elogiado por Liszt, cedo torna-se conhecido no Ocidente; suas sinfonias são executadas, com êxito em Weimar (1884), Paris (1889) e Londres (1897). D

irige os concertos sinfónicos em São Petersburgo (1896-1897).

Professor (1900-1906) de música do conservatório de São Petersburgo, passa depois a director deste estabelecimento (1906-1917).

Visitou os Estados Unidos em 1929.

Glazunov morreu em Paris a 21 de março de 1936.


Ao contrário de outros compositores russos, pouco se interessa pela ópera. Sua música é essencialmente instrumental. O balet As estações (1889) é sua obra mais popular. Glazunov escreveu 8 sinfonias e música de câmara.


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Glazunov-Raymonda

  • Em 1898 Alexander Glazunov estreia o seu ballet Raymonda.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Brahms-Piano Sonata nº03 em fá menor op.5,

  • Em 1863 a 6 de Janeiro,Johannes Brahms estreia em Viena o seu Piano Sonata No. 3 em fá menor op.5, in Vienna. 
  • A Sonata para Piano nº 3 em Fá Menor, Op. 5, de Johannes Brahms, é uma das composições mais importantes para piano solo do compositor alemão. Escrita em 1853, quando Brahms tinha apenas 20 anos, esta obra monumental revela a grandiosidade do jovem compositor e sua maturidade musical precoce.

    🎵 Contexto Histórico e Composicional

    Brahms compôs esta sonata durante uma visita a Robert e Clara Schumann, que ficaram profundamente impressionados com o talento do jovem compositor. Clara, uma pianista excepcional e esposa de Robert Schumann, descreveu a sonata como uma “sinfonia disfarçada de sonata para piano”, devido à sua escala grandiosa e riqueza harmônica.

    🎼 Estrutura da Sonata

    A obra é composta por cinco movimentos, algo incomum para sonatas, que geralmente possuem três ou quatro movimentos. Cada seção traz uma profundidade emocional e técnica que desafiava os pianistas da época — e continua a desafiá-los hoje.

    1. I. Allegro maestoso

      • O primeiro movimento é grandioso e apaixonado.
      • Apresenta um tema poderoso e dramático, contrastado por momentos mais líricos.
      • A complexidade estrutural e emocional antecipa o Brahms maduro das sinfonias.
    2. II. Andante espressivo – "Der Abend dämmert, die Mondlicht scheint"

      • Inspirado por um poema de Sternau, este movimento evoca uma atmosfera noturna, romântica e contemplativa.
      • É marcado por uma beleza melódica sublime.
    3. III. Scherzo: Allegro energico – Trio

      • Um movimento enérgico e vibrante, com passagens rápidas e ritmos intensos.
      • O trio central oferece um contraste mais suave.
    4. IV. Intermezzo (Rückblick): Andante molto

      • Um intermezzo sombrio e introspectivo, quase como uma lembrança dolorosa.
      • Sua atmosfera melancólica prepara o caminho para o movimento final.
    5. V. Finale: Allegro moderato ma rubato

      • O movimento final é grandioso e heróico.
      • Brahms encerra a sonata com um toque triunfante, mas também reflexivo.

    Importância e Legado

    • A Sonata nº 3 é considerada uma das obras mais desafiadoras do repertório pianístico.
    • Combina elementos sinfônicos com a expressividade intimista do piano solo.
    • É frequentemente interpretada por pianistas que buscam demonstrar não apenas habilidade técnica, mas também profundidade emocional.

ou audição completa

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

5 de Janeiro

  • Em 1932 foi executado pela primeira vez em Viena o Concerto de piano para mão esquerda de Ravel com Paul Wittgenstein,como solista. Foi composto, quase como um desafio, para esse pianista austríaco, que tinha perdido o braço direito num combate durante a Primeira Guerra Mundial e cuja carreira parecia terminada. Contudo, Wittgenstein, com admirável coragem, recusou conformar-se com o fato, e escreveu a vários compositores, pedindo-lhes que escrevessem músicas que ele pudesse tocar em tais circunstâncias. Por essa ocasião, Maurice Ravel achava-se ocupado com a composição de um concerto para piano (para duas mãos): o em sol maior. Contudo, movido, pelo apelo, e cedendo ao seu amor inato pela experimentação e pelo incomum, Ravel ficou fascinado por esta prova técnica. Sem suspender a composição do outro concerto, pôs-se sem tardança a trabalhar a fim de escrever algo que pudesse atender às necessidades do pianista tão gravemente sacrificado.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Pergolesi

Giovanni Batista Pergolesi nasceu em Jesi, próximo de Ancona (Itália), em 3 de janeiro de 1710. Começou os seus estudos musicais em Jesi, e continuou em Nápoles, no Conservatório dei Poveri, com Greco e Durante (1726-1730).

Aí, revelou-se um destro violinista nas serenatas que os seus alunos repetiam pela cidade, durante o carnaval ou outras festas. Mas não perece ter sido um menino prodígio e só ocupou lugares secundários, mestre de capela do príncipe Stigliano e do duque de Maddaloni e, depois, assistente do mestre de capela de Nápoles.

Atacado pela tuberculose pulmonar, Pergolesi faleceu em Pozzuoli (Itália), para onde se tinha ido tratar, em 16 de Março de 1736, aos 26 anos. Tinha acabado de terminar o seu belo Stabat Mater. Seus pais tinham morrido jovens e os seus três irmãos e irmãs, na primeira infância. Ele próprio, fraco desde sempre, tinha uma deformação na perna esquerda, talvez de origem tuberculosa.

Se notarmos que os seus estudos musicais se prolongaram até 1730 e que as suas primeiras obras não fizeram sensação, fica-se estupefato com a prosperidade de uma carreira musical com pouco mais de cinco anos de duração.

Atraiu sobre si as atenções, em 1732, devido à execução de uma missa com coro duplo destinada a invocar a proteção celeste depois de uns terríveis tremores de terra; conta a lenda que o célebre Leo o beijou publicamente depois da cerimónia.

Nesse mesmo ano, a ópera bufa Lo frate'nnammorato (talvez a sua obra-prima) obteve um grande êxito. Todavia, nas representações de óperas sérias, só os intermezzos cômicos eram recebidos favoravelmente.

O verdadeiro êxito de Pergolesi começou após a sua morte. As suas obras foram representadas em todos lugares, mesmo no exterior, e La serva padrona desempenharia o papel que conhecemos no início da ópera cómica francesa, ao desencadear a Querelle des bouffons (1752).

Editores pouco escrupulosos atribuíram-lhe obras cuja venda queriam garantir; e, ainda hoje, nem sempre é possível distinguir, com certeza, as obras autênticas das atribuições abusivas. Este incrível êxito póstumo provocou, por reacção, a injusta severidade de alguns críticos. Se a glória, quase exclusiva de La serva padrona pode parecer excessiva, outras como Lo frate'nnammorato ou L'Olimpiade (ópera séria) contam-se entre as mais admiráveis produções da escola napolitana. E o Stabat Mater, apesar das suas fraquesas (como não preferir as composições religiosas de Scarlatti, Leo ou Durante?!) justifica a sua reputação devido à sinceridade, à ingenuidade do seu lirismo.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

1 de Janeiro

Em 1953 Ernest Bloch estreia em Chicago a Suite Hebraica para Cello(Schelomo). Aqui a interpretação é da Banda Sinfónica de Toledo