domingo, 30 de janeiro de 2011

30 de Janeiro

  • Em 1724 J. S. Bach estreia em Leipzig a sua Sacred Cantata No. 81 Jesus schläft, was soll ich hoffen


  • 1ªParte

  • 2ºparte

29 de Janeiro

  • Em 1781 Mozart estreia em Munique a sua ópera Idomeneo
Aqui a interpretação é da Nijmegen University Orchestra, conduzida por Quentin Clare

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

28 de Janeiro

  • em 1944 Leonard Bernstein estreia em Syria Mosque em Pittsburgh a sua Symphony No. 1 Jeremiah. interpretada pela Pittsburgh Symphony conduzida pelo proprior e pela mezzo-soprano Jennie Tourel
A Sinfonia No. 1 de Bernstein - "Jeremias" . foi considerado o melhor trabalho daquele ano. nos Estados Unidos.

É uma obra programática feita a partir da história do profeta judeu Jeremias. Bernstein utiliza o drama vivido pelo profeta, bem como textos do livro de Lamentações de Jeremias, um poema acróstico, narrando destruição de Jerusalém pelos babilónicos, 6 séculos antes de Cristo, e as desventuras do referido profeta.

Entre os profetas judeus, Jeremias certamente seja um dos que mais sofreram. Sujeito de emoções à flor da pele, Jeremias absorve todas as dores de Jerusalém quando a cidade é completamente sitiada e queimada.

Antes disso, passara 40 anos advertindo o povo para que se voltasse para o Deus de Israel sem que tivesse qualquer êxito.

CRÉDITOS: O ser da música

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

11 de Janeiro

  • No ano de 1906 Rachmaninoff estreia em Moscovo suas 2 óperas de um acto The Miserly Knight e Francesca da Rimini .

Para ouvir a cena final desta última clicar aqui

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Franz Schmidt-Sinfonia nº4 em dó maior

  • Em 1934 Franz Schmidt estreia a sua Sinfonia No. 4 em dó maior. pela Vienna Symphony Orchestra com Oswald Kabasta na condução
Franz Schmidt, nasceu a 22 de dezembro de 1874 e faleceu em 11 de Fevereiro de 1939,foi um compositor violoncelista e pianista austríaco de origem húngara. 

Sua primeira professora foi sua mãe, Maria Ravasz, um pianista de talento, que lhe deu uma instrução sistemática. 

Ele se mudou para Viena com sua família em 1888, e estudou no Conservatório de Viena (composição com Robert Fuchs , violoncelo com Ferdinand Hellmesberger e teoria (na classe de contraponto) com Anton Bruckner ), graduando-se "com excelência", em 1896. 

 Escrita em 1933, esta é a obra mais conhecida da sua obra . O compositor chamou-lhe "Um réquiem para a minha filha".

 A Sinfonia nº 4 é frequentemente interpretada como uma meditação sobre a perda, mas também sobre a continuidade e a memória. Sua conclusão, que se dissolve em quietude, sugere aceitação e um senso de eternidade. Por isso, é vista como uma expressão de dor pessoal, mas universalmente ressonante. 

 Apesar de Franz Schmidt não ser tão amplamente conhecido quanto contemporâneos como Mahler ou Richard Strauss, sua Sinfonia nº 4 tem ganhado mais atenção nos últimos anos por suas qualidades emocionais e artísticas excepcionais

. Muitas gravações modernas têm contribuído para revitalizar o interesse por esta joia do repertório sinfônico. 

 Estrutura e Estilo 

A sinfonia é composta em um único movimento, mas dividido em várias seções, que fluem continuamente e formam uma narrativa musical coesa. 

 Caráter elegíaco: A obra é frequentemente descrita como um réquiem instrumental. Foi composta após a morte da filha de Schmidt, e há uma qualidade de lamento profundo que permeia a peça, com momentos de resignação e beleza. 

 Linguagem musical: Schmidt utiliza uma rica paleta harmônica, típica do romantismo tardio, mas com uma clareza estrutural que mantém a obra acessível e direta em sua emoção. 

As influências de Brahms, Wagner e Mahler são evidentes, mas Schmidt encontra sua própria voz, especialmente na habilidade de construir longas linhas melódicas.

 Orquestração: A instrumentação é luxuosa e detalhada, destacando instrumentos como o trombone (que desempenha um papel central) e o órgão. Esses timbres conferem à obra uma atmosfera tanto solene quanto transcendente.

9 de Janeiro

  • Em 1724 . Bach estreia em Leipzig a sua Sacred Cantata No. 154 Mein liebster Jesus .

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Monti-Czardas

  • Em 1868 nasceu em Nápoles o compositor , violinista e maestro . Vittorio Monti onde estudou violino e composição no Conservatório di San Pietro a Majella . Por volta de 1900 ele conseguiu um trabalho como maestro da orquestra Lamoureux em Paris , onde escreveu vários balés e operetas , por exemplo Noël de Pierrot.

A Czárdás de Vittorio Monti é uma das peças mais famosas e emocionantes do repertório para violino, frequentemente tocada como uma obra de exibição para violinistas. Composta em 1904, a Czárdás é uma peça em que Monti combina as influências da música folclórica húngara com o virtuosismo técnico, criando uma obra com grandes contrastes dinâmicos e emocionais.

🎵 Contexto e Composição

A Czárdás é uma dança tradicional húngara com duas partes distintas: uma mais lenta e melancólica (chamada lento) e uma mais rápida e enérgica (chamada friska). Monti capturou esses dois aspectos da czárdás de forma brilhante, fazendo a peça alternar entre estas duas atmosferas contrastantes. A obra é frequentemente interpretada por violonistas virtuosos, sendo usada como um tipo de "cartão de visita" para demonstrar habilidade técnica, velocidade e expressividade.

A peça foi composta por Monti para violino e piano, mas também existem versões para outros instrumentos e orquestras. A Czárdás tornou-se muito popular devido à sua energia e ao impacto que causa no público, além de ser uma peça que destaca as habilidades do violinista.

Estrutura da Peça

A Czárdás é organizada em duas seções principais, que são repetidas e alternadas ao longo da obra:

  1. Lento (parte lenta)

    • A peça começa com uma seção lenta, na qual o violino toca com grande expressividade e melancolia.
    • Esta parte tem uma característica melódica que remete à música tradicional húngara, com uma sensação de saudade e introspecção.
  2. Friska (parte rápida)

    • A seção rápida, ou friska, é extremamente enérgica e exige grande habilidade técnica do violinista.
    • A friska alterna entre ritmos rápidos e mudanças dinâmicas intensas, criando uma sensação de festa e celebração.
    • Durante esta parte, o violinista pode demonstrar seus truques técnicos, como passagens rápidas, arpejos, saltos de corda e uso de pizzicato, que encantam tanto o público quanto os músicos.

A transição entre as duas seções é uma das características mais fascinantes da peça, alternando entre os contrastes de intensidade e suavidade.

Importância e Legado

  • Czárdás é uma obra que reflete a habilidade de Monti em fundir elementos folclóricos com a música clássica, algo que era muito comum na época em que foi composta.
  • Embora seja frequentemente associada a performances de violino solo, a obra é frequentemente interpretada em arranjos de câmara e até mesmo com orquestra.
  • A peça se tornou um grande sucesso internacional, sendo tocada em concursos de violino, festivais e apresentações ao vivo.
  • A Czárdás é uma das peças mais populares do repertório para violinistas, não apenas pela técnica envolvida, mas também pela sua natureza emocional e dramática.

Esta obra se tornou um verdadeiro "clássico" do repertório popular, e sua combinação de beleza melódica com desafio técnico a torna uma escolha favorita para os violinistas que desejam exibir sua habilidade virtuosa.


aqui a interpretação é de Joo Young Oh

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

5 de Janeiro

  • Em 1880 nasce em Moscovo o compositor russo e pianista Nicolai MEDTNER que viria a morrer em Londres a 13 de Novembro de 1951.
Um jovem contemporâneo de Sergei Rachmaninoff e Scriabin Alexander , que escreveu um grande número de composições, para piano.

Seus trabalhos incluem quatorze sonatas para piano , três sonatas para violino , três concertos para piano , um quinteto para piano , três obras para dois pianos, muitas peças curtas, e 108 músicas, incluindo duas obras importantes para vocalizar.

Suas 38 peças para piano, para o qual ele parece ter inventado o título Skazki (geralmente conhecido como "Contos de Fadas", em Inglês, mas mais correctamente traduzido como "Tales") contém algumas das suas músicas mais originais e são tão centrais para sua produção para piano sonatas.

Aqui a interpretação é de Marc-André Hamelin tocando a Sonata Reminiscenza em lá menor, Op. 38 No. 1

  • 1ªParte


  • 2ªParte