sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Prokofiev-Piano Concerto nº1 em ré maior op.10

  • Em 1912 a 7 de Agosto, apresentação do Piano Concerto No. 1 em ré maior op,10 de Prokofiev em Moscovo com o compositor como solista. 

O Concerto para Piano nº 1 em Ré maior, Op. 10 de Sergei Prokofiev é uma obra de juventude brilhante, provocadora e ousada — exatamente como o próprio compositor era em sua fase inicial. Foi composto entre 1911 e 1912, quando Prokofiev tinha apenas 20 anos.

  • Características principais

    • Duração: Cerca de 15 minutos (é o mais curto dos cinco concertos para piano dele).

    • Movimentos: Estrutura num único movimento contínuo, mas com divisões internas perceptíveis (como se fossem 3 seções).

    • Estilo:

      • Moderno, sarcástico, energético.

      • Mistura de lirismo com agressividade rítmica.

      • O piano é o protagonista absoluto, frequentemente "lutando" com a orquestra.

    • Tonalidade: Ré maior, mas cheia de modulações abruptas e ousadas.


    • Extremamente virtuosística — escrita para impressionar.

    • Mostra Prokofiev como pianista-compositor: ele mesmo estreou a peça em 1912, no Conservatório de São Petersburgo, ganhando o prêmio Rubinstein por isso.

    • Passagens com batidas secas, acordes percussivos, mas também momentos líricos contrastantes.


    • A fanfarra inicial (com o piano já logo no começo) é como uma proclamação ousada do jovem Prokofiev.

    • Uma seção lenta central que traz lirismo e respiro.

    • Um final explosivo, com escalas ascendentes e uma cadência arrebatadora.


    Curiosidades

    • Este concerto foi um tipo de manifesto artístico: Prokofiev queria romper com os estilos românticos tradicionais.

    • Ele foi criticado por muitos contemporâneos mais conservadores, mas também aclamado por sua originalidade.

    • Muitos pianistas o usam para mostrar tanto técnica quanto personalidade interpretativa.



  • Aqui a interpretação é de  Linda Leine
    Conductor: Andris Vecumnieks
    Jāzeps Vītols Latvian Academy of Music Orchestra

quinta-feira, 9 de julho de 2009

9 de Julho

  • No ano de 1924 nasceu em Bufalo o pianista americano Leonard Pennario. Aqui interpretando de Liszt a Sonata em ré menor S.178,
  1. 1ªParte-
  2. 2ºParte-
  3. 3ªParte-

sábado, 4 de julho de 2009

,Sibelius-Sinfonia nº1 em mi menor op.39

  • No ano de 1900 foi estreada a versão final da Sinfomia nº1 de Sibelius, pela Filamónica de Helsínquia dirigida por Robert Kajanus. A primeira versão tinha sido estreada em 26 de Abril de 1899. 

A Sinfonia nº 1 em mi menor, op. 39, de Jean Sibelius, é uma obra de juventude que marca com força a entrada do compositor finlandês no cenário das grandes sinfonias europeias.

Contexto e estilo

  • Embora ainda influenciado por Tchaikovsky (especialmente pela sua 6ª sinfonia, a "Patética"), Sibelius já mostra nessa obra traços muito pessoais — paisagens sonoras vastas, intensidade emocional, dramatismo nórdico, e um uso do folclore finlandês não como citação literal, mas como essência estrutural e atmosférica.

    Estrutura (quatro movimentos)

    1. Andante, ma non troppo – Allegro energico
      Começa com um clarinete solo em pianíssimo, quase como uma névoa que se ergue antes da tempestade. O que segue é um movimento impetuoso, cheio de tensão rítmica e temas que evoluem como se fossem forças naturais.

    2. Andante (ma non troppo lento)
      Lírico, quase elegíaco. Uma melancolia que parece vir das florestas e lagos finlandeses. É como se ouvíssemos o coração de uma terra silenciosa e carregada de memória.

    3. Scherzo (Allegro)
      Tempestuoso, com ritmos cortantes e secções de grande energia. É uma dança selvagem — talvez o movimento mais "eslavo" da sinfonia — mas com uma assinatura rítmica que já é muito de Sibelius.

    4. Finale (Quasi una fantasia)
      O subtítulo já diz muito: é quase uma fantasia. Tem momentos de grande nobreza, outros de lamento intenso, e termina num gesto dramático que não resolve tudo, mas fecha com autoridade. Não há triunfo fácil aqui — há luta e dignidade.

    Importância

    • Marca a afirmação de Sibelius como sinfonista.

    • Já antecipa o seu afastamento do modelo germânico-romântico tradicional: menos desenvolvimento temático clássico, mais paisagens sonoras orgânicas.

    • É um grito de identidade: Finlanda, naquele tempo ainda sob domínio russo, encontrava em Sibelius uma voz musical nacional.






  • Aqui a interpretação e de Orchestre de Paris Paavo Järvi, conductor


quinta-feira, 25 de junho de 2009

25 de Junho

  • No ano de 1840 no 400º aniversário da imprensa de Gutenberg Mendelssohn apresenta a sua Sinfonia No. 2 op.52, no Thomaskirche em Leipzig.Aqui a interpretação é da L'Orchestre national de France dirigé par Andrés Orozco-Estrada

sábado, 13 de junho de 2009

13 de Junho

  • No ano de 1784 Mozart estreia o Piano Concerto No. 17 em sol maior K. 453 bem como . o Quinteto para Piano e sopro em mi bemol maior (K. 452) e a Sonata para dois pianos Pianos K. 448, interpretado por Barbara Ployer sua aluna.
  • O Piano Concerto nº 17 é interpretado por Dezsö Ránki (piano) e a English Chamber Orchestra conduzida por Jeffrey Tate
  • O Piano Quinteto K452 é

  • A Sonata para dois pianos Pianos K. 448 é interpretada por 

    Yuko Hayashi &  Masanori Murakami