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quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

Sibelius-Violino Concerto em ré menor op.47

Em 1904 Jean Sibelius estreia o Violin Concerto em Helsinquia interpretado pela Helsingsfors Philharmonic conduzida pelo compositor. Victor Novácek como solista. Sibelius dedicou originalmente o concerto ao famoso violinista Willy Burmester, que prometeu tocar o concerto em Berlim. Por razões financeiras, no entanto, Sibelius decidiu estreá-lo em Helsinque, e como Burmester não estava disponível para viajar para a Finlândia, Sibelius contratou Victor Nováček um pedagogo de violino húngaro de origem tcheca que estava então ensinando no Instituto de Música de Helsinque (hoje Academia Sibelius).

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Bela Bartok-Piano Concerto nº3 em mi maior op.119

  • Em 1946 estreou-se de Bela Bartók o Piano Concerto No. 3 em mi maior . interpretado pela Philadelphia Orchestra, sob a direcção de Eugene Ormandy com György Sándor como solista.Aqui o solista Argerich,
Este concerto foi escrito em 1945 enquanto Bartok vivia exilado nos Estados Unidos, padecendo de leucemia em fase terminal. Ee quis dedicar este concerto a sua mulher
Ditta Pásztory-Bartók, uma talentosa pianista.

Quando morreu em 29 de Setembro desse ano o terceiro e últmo movimento deste concerto estava inacabado e foi o seu aluno, Tibor Serly, que acabou por completar os últimos 17 compassos

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

,Rachmaninov-Sinfonia nº2 em mi menor op.27


  • >Em 1908 a 8 de fevereiro estreia-se de Rachmaninov a Sinfonia nº2 em mi menor op.27, conduzida pelo autor em St. Petersburg. Aqui a interpretação é da Radio Filharmonisch Orkest dirigida por . Eivind Gullberg Jensen

Sinfonia nº 2 em mi menor, op. 27 de Sergei Rachmaninov é uma das suas obras mais grandiosas e emocionais. Composta entre 1906 e 1907, é uma obra que demonstra sua habilidade de criar melodias luxuosas e expansivas, características que definem o seu estilo. Esta sinfonia, que segue uma estrutura clássica de quatro movimentos, é especialmente conhecida pela sua profundidade emocional e pela riqueza orquestral.


Rachmaninov atravessava um período difícil de sua vida pessoal e profissional quando compôs esta sinfonia. Depois de sua primeira sinfonia, que foi um fracasso crítico, ele se sentiu desanimado e passou por uma recuperação emocional e criativa. A Sinfonia nº 2, portanto, marca sua recuperação e o retorno à confiança composicional.

A obra é uma celebração da melodia romântica, com grandes momentos de drama e de ternura. 


O primeiro movimento (Lento – Allegro moderato) é sombrio e intensamente melódico, 

enquanto o segundo (Allegro molto) é vigoroso e cheio de energia. 

O terceiro movimento (Adagio), talvez o mais comovente de todos, tem uma melodia longamente desenvolvida que é frequentemente vista como um dos exemplos mais belos da escrita orquestral de Rachmaninov. 

O último movimento (Allegro vivace) encerra a sinfonia com uma sensação triunfante, trazendo um final grandioso.

Em resumo, a Sinfonia nº 2 é uma das obras mais queridas do repertório orquestral, muito apreciada tanto pelo público quanto pelos músicos, e continua a ser uma das sinfonias mais interpretadas e admiradas do século XX.